Boas energias

  • Luís Felli é Responsável por Operações Agroindustriais na ETH Bioenergia

    Luís Felli é Responsável por Operações Agroindustriais na ETH Bioenergia

Vivendo momento de efervescência, setor bioenergético brasileiro transforma perpectivas de vida e carreira

Nos últimos anos, o advento do carro flex e a busca por fontes limpas de energia elevaram a importância e a competitividade do setor de bioenergia brasileiro, que  ganhou relevância no cenário nacional e atraiu olhares de países determinados a reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa.

Hoje, é um setor que oferece oportunidade de trabalho a 1 milhão de pessoas. A produção brasileira de etanol já alcançou 25 bilhões de litros na última safra, e deve chegar aos 60 bilhões até o fim desta década. Para dobrar a produção em ritmo acelerado, o setor tem recebido altos investimentos em modernas plantas agroindustriais, que expandem, a cada dia, a produtividade na geração de energia limpa e renovável.

As inovações na cadeia produtiva – na área agrícola e industrial – reafirmam também o compromisso com a sustentabilidade. A mecanização da colheita de cana dispensa as queimadas nos canaviais. Essa evolução, que alcança hoje 63% dos canaviais do Estado de São Paulo, o maior centro produtor do país, elevou a produtividade e mudou definitivamente o perfil dos trabalhadores da bioenergia, sobretudo daqueles que atuam nas lavouras. Dessa forma, para continuar crescendo, o maior desafio dos produtores é recrutar força de trabalho qualificada e apta a operar as novas tecnologias com segurança e respeito ao meio ambiente.

As empresas que ingressaram recentemente no setor, como a ETH, notaram que reunir profissionais capacitados significa formar suas próprias equipes. Por isso, grandes empresas de todo o Brasil estão implantando programas de qualificação. Em parceria com instituições públicas e privadas, como Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e o Centro Paula Souza, buscam capacitar os trabalhadores e adaptá-los à nova realidade. O constante desenvolvimento garante oportunidades diferenciadas e confere a esses profissionais um verdadeiro plano de carreira.

Nesse cenário, a ETH criou um programa de formação e qualificação que permeia toda a sua estrutura e abrange 15 mil Integrantes das nove unidades agroindustriais nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Denominado Excelência ETH, o programa aproxima os integrantes das áreas Agrícola e Industrial da capacitação para a gestão de desempenho, a partir do conceito do ser “Dono do seu Negócio”, fundamentado na Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO). Mais do que fornecer conteúdo para exercer uma única função, esse programa leva os integrantes de volta às salas de aula, de onde sairão, após meses de qualificação, com uma ampla visão do processo produtivo e vislumbrando seus próximos passos dentro do setor bioenergético. Conceitos de Saúde, Segurança e Meio Ambiente também somam novas e diferenciadas capacitações a esses profissionais.

Hoje, o setor bioenergético transforma municípios, vidas e carreiras. O momento efervescente no qual ele se encontra motiva a população a buscar novos rumos profissionais.

As novas oportunidades fornecidas nesses ambientes, em poucos meses, alteram profundamente o perfil das comunidades, com a elevação da renda e o aquecimento da economia local. O crescimento da qualificação da população reflete-se quase de forma imediata na melhoria da qualidade de vida.

O setor de Bioenergia encontra-se em um momento ímpar nos cenários nacional e internacional, e a ETH trabalha para que seus integrantes estejam aptos  a superar seus desafios pessoais e profissionais, de modo a acompanharem o crescimento da empresa e da Organização Odebrecht.