O coração da metrópole
Ampla diversidade cultural entre seus moradores dá a Miami características que a tornam uma das cidades mais cosmopolitas do planeta
Internacional, diversificada, dinâmica e inovadora. Essas são algumas características atribuídas a Miami pelos integrantes da Odebrecht Estados Unidos, empresa sediada nessa cidade que exala aromas e cores de países do mundo todo. Os sinais da sua diversidade cultural estão em toda parte, desde placas e outdoors no idioma patois, nas ruas do bairro Little Haiti, até os escritórios de empresas multinacionais no distrito financeiro na área da Brickell Avenue.
Miami é a porta de entrada aos Estados Unidos para quem vem do Caribe e das Américas do Sul e Central. Situada no sul do Estado da Flórida, uma região de clima quente e de belas praias, Miami tornou-se famosa e procurada por pessoas dos mais diversos pontos do planeta. Há uma certa liberalidade no ar, costumes diferentes daqueles que predominam no resto do país, ritmos variados nas rádios e diversas línguas onde quer que se vá.
Cerca de metade dos quase 2,5 milhões de habitantes da área metropolitana de Miami nasceu fora dos Estados Unidos, e 70% da população comunica-se, dentro de casa, usando um idioma que não o inglês. “Minha esposa nasceu em Miami, mas seus pais são colombianos, assim como eu. Ela gosta de ensinar aos nossos filhos a nossa língua, de transmitir seus conhecimentos sobre a nossa culinária e de lembrá-los todos os dias de onde eles vêm”, diz Jorge Mendoza, 35 anos, Diretor de Contrato responsável pelo projeto de extensão do sistema de transporte metroviário da cidade, o Metrorail AirportLink.
Quando Jorge se mudou de Cartagena, na Colômbia, para Miami, em 2000, para cursar mestrado, logo se identificou com o clima, as praias e as pessoas que encontrou. Para ele, são muitas as vantagens do convívio em um ambiente tão diversificado. Durante seu primeiro projeto na Odebrecht, a construção do Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, ele dividiu o espaço de trabalho com o indiano Kanwar Lobana, hoje na Libéria, e Gaybei Zreibi, um sírio-antiguano casado com uma venezuelana, atualmente trabalhando em Portugal. Juntos, aprenderam sobre suas respectivas culturas, músicas e religiões e, acima de tudo, a respeitar as diferenças.
O desejo de superar distinções étnicas, com o intuito de lutar por um objetivo único e construir algo juntos, também é salientado por Juan Zheng, 33 anos, como um elemento marcante em sua vivência em Miami. Nascida na Província de Hunan, na China, Juan é engenheira de custos no projeto MIA Mover. Ao se mudar para Miami, em 2004, para cursar mestrado, ela gostou imediatamente da mescla cultural da cidade, sobretudo da afetividade e da receptividade da população.
Juan identifica-se com os valores familiares em sua comunidade e com a honestidade e integridade das pessoas com as quais convive. Ela diz ainda que o Espírito de Servir também é encontrado além da Odebrecht em Miami, algo especial por se tratar de um conceito profundamente enraizado na sua cultura. “Na China, acreditamos no princípio de servir ao próximo. Assim como na TEO, devemos ser sempre humildes” diz ela, que faz questão de manter tradições chinesas, inclusive a comemoração de datas especiais, para permanecer conectada com suas origens.
Manter-se ligado às raízes é uma atitude que também pode ser facilmente percebida em Umut Artuk, 32 anos, Responsável por Planejamento no projeto de expansão do Terminal Norte do Aeroporto Internacional de Miami. Umut mudou-se para Miami, da sua cidade natal, Ancara, na Turquia, em 2004, para finalizar seu doutorado, e, em alguns meses, já havia se adaptado. “Acredito que dois fatores principais me ajudaram: afinidades entre as culturas latina e turca e similaridades entre o estilo de vida americano e o meu estilo de vida em Ancara.” Ele enfatiza que Miami tem boas opções de restaurantes das cozinhas mediterrânea e do Oriente Médio, parecidas com a culinária turca – incluindo os tradicionais chá preto e café turco.
A mescla de culturas em Miami fez Alf Neumann, 40 anos, Responsável por Administração Contratual do projeto MIA Mover, sentir-se em casa e jamais como um estrangeiro ou alguém que não fosse bem-vindo. Alemão da ilha de Ruegen, Alf mudou-se para Miami em 1998, com duas malas na mão e uma carta-convite para estagiar na Odebrecht por seis meses. “Eu estava buscando um desafio. Queria ganhar experiência internacional e provar a mim mesmo que poderia sobreviver e crescer fora da minha zona de conforto.”
Alf, que não deixa de vestir com orgulho a camisa da seleção alemã durante a Copa do Mundo, realça o impacto positivo e gratificante que a vivência em Miami causa em sua vida e na de sua esposa, Randi. “A comunidade na qual vivemos é extremamente rica, sempre à procura de novos desafios e se reinventando. É um lugar animado, aberto e convidativo.”
Essa fusão vibrante que Miami oferece aos seus residentes e visitantes é um espelho do chamado melting pot americano, um termo utilizado para descrever o multiculturalismo do país. “Os Estados Unidos são, às vezes, chamados de ‘Terra das Oportunidades’ e, para mim, isso engloba qualquer objetivo que se tenha em mente”, diz Marjorie Mckenzie, 34 anos, Administradora de Contratos do projeto de expansão do Terminal Norte do Aeroporto Internacional de Miami. “Temos a facilidade de alcançá-los por causa da variedade de instituições acadêmicas, indústrias, empresas e demais organizações aqui presentes. Sempre me admiro com as diversas opções disponíveis para nos destacarmos em qualquer área.”
Marjorie é filha de imigrantes haitianos que se mudaram para os Estados Unidos na década de 1970. Nasceu em Waukegan, no Estado de Illinois, e, aos 10 anos, foi para Miami com a família, que buscava um clima tropical para viver. Ela diz que, para contribuir de maneira positiva, tenta aprender palavras nas línguas nativas dos seus colegas de trabalho e amigos, causando sorrisos de espanto. “Sorrisos são contagiantes! As pessoas se sentem envoltas por uma energia afável e motivadas a causar um impacto similar em suas comunidades.”
Apesar do multiculturalismo dos integrantes da Odebrecht EUA – são pessoas de 28 nacionalidades trabalhando juntas no dia a dia –, é fácil encontrar similaridades no meio de tantas diferenças. É surpreendente descobrir como culturas de distintas partes do mundo podem ter tanto em comum. Alf Neumann afirma: “Como seres humanos, todos compartilhamos os mesmos sonhos e desejos, independentemente da nossa origem”. Mais surpreendente ainda, e gratificante, é comprovar no cotidiano que grande parte dessas semelhanças é sintetizada e praticada na Tecnologia Empresarial Odebrecht.






