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	<title>Edição 165</title>
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	<description>Edição Online da Odebrecht Informa</description>
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		<title>Benefícios potencializados</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 16:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[SINERGIA. Quando um mais um é mais que dois]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Sinergia. Esse é o espírito em uma Organização que encontrou na pluralidade o caminho ideal para o equilíbrio, a produtividade e a suplantação dos elevados patamares que ela própria estabeleceu para si”</p></blockquote>
<p>É preciso que se complementem, que se acrescentem, que se fortaleçam mutuamente e, com isso, atendam, de maneira integrada e qualificada, àqueles que lhes confiaram a realização de seus sonhos.</p>
<p>Para isso, é imprescindível que se conheçam, que compartilhem cotidianamente desafios e aprendizados e, dessa forma, aprimorem sua sintonia e consolidem sua coesão.</p>
<p>É essencial, enfim, que sua união faça a diferença. Que potencialize capacidades. Que impulsione desenvolvimento. Que signifique crescimento individual e coletivo.</p>
<p>Isso é sinergia, que, em uma organização empresarial como a Odebrecht, pode significar tudo. Porque pode significar pessoas extraindo o máximo de seu potencial criativo e transformador, em um nível de motivação que extrapola suas melhores expectativas. Porque pode significar clientes satisfeitos de uma forma que eles talvez não imaginassem ser possível.</p>
<p>Em 2012, os negócios realizados em sinergia foram responsáveis por 6% do faturamento total e 38% de todos os investimentos da Organização Odebrecht. Nas páginas desta edição de Odebrecht Informa, você conhecerá histórias inspiradoras de atuação conjunta de empresas e equipes da Organização em um mesmo projeto ou ambiente. Verá de que maneira a complementariedade de competências pode fazer com que objetivos antes considerados inalcançáveis se tornem a mais pura e tangível realidade. Confirmará o quanto é especial trabalhar para que o ator principal de todas as iniciativas da empresa – o cliente – seja atendido com um mesmo e alto padrão de qualidade em todas as suas necessidades.</p>
<p>Da sintonia entre as equipes nas unidades da Odebrecht Agroindustrial à atuação integrada de várias empresas na Venezuela, da troca de experiências e conhecimentos entre profissionais que participam de projetos hidrelétricos no Brasil e no Peru à forte interação entre obras e comunidades em Angola, você terá oportunidade de entender melhor, nas páginas a seguir, por que os integrantes da Odebrecht têm tanto prazer e convicção em dizer que trabalham em uma organização, “na Organização”. São sabedores de que vivem seu dia a dia em um todo amplo, multifacetado e complexo, ligados por uma única cultura e concentrados em conquistar os melhores resultados que puderem.</p>
<p>Sinergia. Esse é o espírito em uma Organização que encontrou na pluralidade o caminho ideal para o equilíbrio, a produtividade e a suplantação dos elevados patamares que ela própria estabeleceu para si.</p>
<p>Boa leitura.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais que simples passagens</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 16:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tepedino mergulha na realidade dos países em que trabalha Marcos Tepedino ingressou na Odebrecht como trainee em 1977. Trabalhou em várias regiões do Brasil antes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tepedino mergulha na realidade dos países em que trabalha</strong></p>
<p>Marcos Tepedino ingressou na Odebrecht como trainee em 1977. Trabalhou em várias regiões do Brasil antes de se tornar Diretor de Contrato da obra do Metromover, o metrô de Miami, em 1991. Por 15 anos, participou de obras em diferentes estados norte-americanos, depois esteve nos Emirados Árabes, em Djibuti, na Venezuela, na Líbia e, atualmente, é Diretor de Contrato da Linha 1 do Metrô da Cidade do Panamá. Em suas andanças pelo mundo, sempre levou sua esposa, Cristina. Em média, nos últimos 35 anos, o casal se mudou a cada dois anos. Tepedino, que tem paixão por História, aproveita para conhecer a fundo os locais em que atua. “É sempre um desafio trabalhar com pessoas de culturas diferentes”, diz. “Mas, na Odebrecht, temos princípios claros e agimos com clareza.”</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Encontro de competências</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 16:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Venezuela ambienta um caso emblemático de transversalidade entre empresas da Organização Em princípios dos anos 2000, o Governo venezuelano estabeleceu para si o desafio de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Venezuela ambienta um caso emblemático de transversalidade entre empresas da Organização</strong></p>
<p>Em princípios dos anos 2000, o Governo venezuelano estabeleceu para si o desafio de acelerar o desenvolvimento da indústria petroquímica do país. Até então, a Odebrecht Venezuela, liderada por Euzenando Azevedo, prestadora de serviços de Engenharia e Construção, era a única empresa da Organização na Venezuela. Naquele momento, Euzenando percebeu a oportunidade de diversificar a presença da Organização no país. O passo seguinte foi tentar aproximar a Braskem da Pequiven, estatal venezuelana dedicada à produção e comercialização de produtos petroquímicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O feeling de Euzenando resultou no início de um produtivo relacionamento entre a empresa de Química e Petroquímica da Odebrecht e a Pequiven, que contratou, em 2007, a construção de um grande complexo petroquímico, fundamental para desenvolver o setor na Venezuela. Esse projeto demandou um esforço conjunto da Odebrecht Venezuela, da Braskem e também da Odebrecht Engenharia Industrial. Em janeiro daquele ano, a Braskem enviou ao país uma equipe de sete pessoas, lideradas pelo Diretor-Superintendente  da empresa na América do Sul, Sérgio Thiesen, para que se tornasse realidade o projeto petroquímico binacional. Atualmente, a Braskem e a Pequiven estão revisando a concepção do projeto, com o objetivo de contemplar uma equação mais adequada ao suprimento de matéria-prima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Euzenando, o conhecimento e a confiança conquistados pela equipe da Odebrecht Venezuela desde 1992, ano de seu início de atuação, cooperaram para que novas conquistas viessem nos demais setores de atuação da Organização. Identificada uma oportunidade, a transversalidade que existia nas operações na Venezuela facilitava a relação com o cliente, o trato de questões negociais e a mitigação de riscos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“As relações e a performance nos projetos da Odebrecht Venezuela permitiram conquistar a confiança do cliente. E como havíamos identificado oportunidades, elas se concretizaram rapidamente”, relata Francisco Penteado, Diretor-Superintendente da Odebrecht Engenharia Industrial na América Central e Caribe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>José Cláudio Daltro, Responsável por Pessoas, Organização e Finanças na Odebrecht Venezuela, destaca um dos elementos essenciais da atuação sinérgica das empresas da Organização presentes no país: o alinhamento permanente dos responsáveis pelos negócios com o condutor da relação político-estratégica (no caso da Venezuela, Euzenando Azevedo). “Isso vale para os mais diversos assuntos”, salienta José Cláudio. “Das questões financeiras, fiscais, tributárias e sindicais à formação de pessoas, comunicação institucional, saúde, segurança no trabalho e sustentabilidade.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Plantas de etanol e campos de petróleo</strong></p>
<p>Uma das conquistas da Odebrecht Engenharia Industrial foi o Projeto CADCAs (Complexos Agroindustriais de Derivados de Cana-de-açúcar), que prevê a implantação de quatro plantas de etanol, nos estados de Barinas, Cojedes, Portuguesa e Trujillo, que impulsionarão o setor de bioenergia na Venezuela. Fábio Melo, Diretor de Contrato, afirma que o espírito de sinergia, que ajudou a concretizar essa oportunidade, se mantém no dia a dia do projeto. “Os integrantes sentem-se parte de um conjunto único”, ele enfatiza.</p>
<p>Em 2008, a Odebrecht Óleo e Gás chegou ao país para explorar campos de petróleo maduros em aliança com a estatal Petróleos de Venezuela, S.A. (PDVSA), depois de a Odebrecht Venezuela ter identificado a oportunidade e aproximado as duas partes. A atuação teve início por meio do Projeto Tilaba, que permitiu conquistar a confiança do cliente. “Nossa chegada foi uma decisão estratégica da Organização de fortalecer a relação com a Venezuela no setor petrolífero”, ressalta Hélcio Colodete, Diretor-Superintendente de Serviços Especializados a Poços da Odebrecht Óleo e Gás.</p>
<p>Com isso, em 2009, a empresa iniciou o Projeto Tierra Oeste, de exploração de campos maduros, no qual se encontra outro exemplo de transversalidade. O êxito do projeto levou à constituição da empresa mista Petrourdaneta, uma sociedade entre a Odebrecht (40%) e a PDVSA (60%). Essa empresa é a responsável pela operação dos campos, que deverão produzir 100 milhões de barris em 25 anos. Cabe à Odebrecht acrescentar competências técnicas e operacionais, participando da gestão do negócio. Nesse empreendimento, a Odebrecht Venezuela investiu US$ 50 milhões, para participar de um negócio que envolve 40 milhões de barris de reserva de petróleo, mudando seu status de prestadora de serviços para investidora e construindo as bases para uma relação de mais de 25 anos com a Venezuela.</p>
<p>Segundo Colodete, o Tierra Oeste abre portas para a oportunidade de negociar com o cliente a comercialização de petróleo. Adicionalmente, o projeto serve como base importante para o desenvolvimento dos mercados do Brasil, México e Argentina para Serviços Especializados a Poços, multiplicando os exemplos de sinergia e transversalidade.</p>
<blockquote><p>“Somos promotores do desenvolvimento”</p>
<p>Euzenando Azevedo</p></blockquote>
<p><strong>Apoio às pessoas na chegada ao país</strong></p>
<p>O papel estratégico da Odebrecht Venezuela, de apoio à Braskem, Odebrecht Engenharia Industrial e Odebrecht Óleo e Gás, foi exercido também em relação às pessoas. Ao chegarem, os integrantes dessas empresas receberam apoio para a adaptação à nova realidade e tiveram à disposição uma estrutura para recebê-los, enquanto o processo de instalação não estava completo. A colaboração, por sua vez, é retribuída pelas empresas conforme crescem e se consolidam na Venezuela, baseada na ideia de que a atuação sinérgica é estratégica para melhorias de desempenho.</p>
<p>A Braskem, por exemplo, fechou um contrato de compra de nafta venezuelana em 2010. O acordo inclui um instrumento que permite o aproveitamento dos recursos movimentados com a transação para pagar os compromissos do Governo da Venezuela com projetos de engenharia e construção executados pela empresa liderada por Euzenando Azevedo.</p>
<p>“Esse é um exemplo perfeito do que é transversalidade e sinergia. Existe uma sincronia funcionando. O contrato da Braskem para o fornecimento de nafta atende às necessidades de matéria-prima da Braskem e serve como instrumento para garantir parte dos recebíveis da Odebrecht Venezuela”, explica Sérgio Thiesen.</p>
<p>César Guerra, Diretor de Projetos da Braskem na Venezuela, destaca que o “Fundo Nafta”, como ficou conhecido, foi operacionalizado em maio de 2011. Além disso, fato também resultante da relação de confiança com o cliente, a Braskem tornou-se a fornecedora preferencial de polietileno e polipropileno para a Venezuela.</p>
<p>Francisco Penteado destaca que essa atuação em diferentes setores, proporcionada pela presença de várias empresas da Odebrecht e sua transversalidade, possibilita o oferecimento de soluções integrais aos clientes. “Isso qualifica de forma diferenciada nossa atuação e gera resultados muito positivos”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Relacionamento com as comunidades</strong></p>
<p>A diversificação na Venezuela soma-se à sólida base sobre a qual foi construída a relação com as comunidades no entorno das obras. Um dos projetos emblemáticos dessa contribuição social é o Sistema Metrocable Filas de Mariche, um sistema teleférico que pode transportar cerca de 6 mil pessoas por hora, composto de dois circuitos (o expresso e o local). O equipamento liga a comunidade de Mariche, zona de escassas opções de transporte público, à Linha 1 do Metrô, na Estação Palo Verde, e facilita a integração dos habitantes da região ao núcleo urbano de Caracas.</p>
<p>Da mesma forma, o projeto Cabletren Bolivariano colabora para a integração dos cerca de 400 mil moradores da comunidade de Petare, uma das mais pobres e populosas de Caracas. A obra ajudou a revitalizar a área de seu entorno. Movimentado por cabos, o trem elevado passará por dentro da comunidade e fará a conexão de seus 8 mil usuários por hora com a Linha 1 e a futura Linha 5 do Metrô, ainda em construção.</p>
<p>Euzenando Azevedo observa: “Esse compromisso com a população está presente desde a chegada da Organização à Venezuela e se fortaleceu com a vinda das demais empresas. Somos promotores do desenvolvimento”. Ele acrescenta: “Nossa sinergia é uma contribuição, na medida em que cada empresa, cada qual em sua área, gera e movimenta riquezas nas regiões dos arredores de seus projetos. Com isso, as comunidades passam a apreciar, querer e pedir nossa permanência, o que vai ao encontro do nosso grande objetivo de alcançar a perpetuidade no país”.</p>
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		<title>Formadora de atletas cidadãos</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 16:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Marie coordena a preparação de esportistas de alto desempenho Nascida na França e formada em Administração de Empresas, Marie Bendelac é atleta. Começou a praticar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marie coordena a preparação de esportistas de alto desempenho</strong></p>
<p>Nascida na França e formada em Administração de Empresas, Marie Bendelac é atleta. Começou a praticar equitação aos 10 anos e, desde então, participa de competições. Mudou-se para o Brasil em 2009 e ingressou na Odebrecht no ano seguinte. Atualmente Marie coordena o Projeto Olímpico Marinha do Brasil-Odebrecht, voltado à formação de atletas de alto desempenho. “Conquistamos muitas medalhas nos dois últimos anos!”, diz, animada. Segundo ela, as medalhas são consequência do desenvolvimento físico e emocional dos jovens que participam do programa desde 2011. “Os sorrisos que vejo têm valor inestimável. Fico realizada ao constatar que estamos formando cidadãos.”</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um estímulo à criatividade</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinthia e as inovações que trazem economia Em 2011, a advogada Cinthia Blassioli ingressou na Odebrecht para atuar no Poit (Programa Odebrecht de Inovação Tecnológica)....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cinthia e as inovações que trazem economia</strong></p>
<p>Em 2011, a advogada Cinthia Blassioli ingressou na Odebrecht para atuar no Poit (Programa Odebrecht de Inovação Tecnológica). Como tributarista, sua participação no programa ajuda na identificação de inovações tecnológicas que possam resultar em economia de impostos nas operações da Organização. Em seu dia a dia, mantém contato com uma empresa contratada para visitar as obras e interage com os responsáveis financeiros das equipes diretas dos Líderes Empresariais (LEs), com o objetivo de alavancar o programa. “O dinheiro economizado em impostos retorna para os projetos, gerando mais produtividade na empresa e, consequentemente, beneficiando os clientes”, explica. Nos momentos de lazer, ela costuma passear com a filha Júlia, 2 anos, no Parque da Água Branca, em São Paulo. “O parque é como um sítio, com muitos animais, e estar ali nos faz bem. Precisamos valorizar o que é nosso”, diz.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conhecimento circulante</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Troca de experiências sobre sustentabilidade é um dos destaques na relação sinérgica entre projetos hidrelétricos Anelisa Cantieri e Thaysa Leite não se preocuparam com o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Troca de experiências sobre sustentabilidade é um dos destaques na relação sinérgica entre projetos hidrelétricos</strong></p>
<p>Anelisa Cantieri e Thaysa Leite não se preocuparam com o excesso de bagagem. Ótimo, porque, nesse caso, quanto mais, melhor. Não estamos falando de malas, equipamentos eletroeletrônicos ou peças de decoração de uma casa. O assunto é conhecimento. Mais que isso: seu compartilhamento.</p>
<p>Ex-integrante da equipe de Meio Ambiente do Consórcio Construtor Santo Antônio (CCSA), responsável pela execução da hidrelétrica de mesmo nome, no Rio Madeira, em Rondônia, Anelisa atualmente trabalha no Peru, como Coordenadora de Assuntos Ambientais nas obras de outra usina que tem a Odebrecht Energia como investidora: Chaglla, em Huánuco, a 540 km de Lima. Entre Santo Antônio e Chaglla, ela esteve em Teles Pires, na divisa dos estados de Mato Grosso e Pará, obra que também recebe investimentos da Odebrecht Energia.</p>
<p>Liderada em Santo Antônio pelo experiente gestor Nelson da Costa Alves, Anelisa participou ativamente da concepção e execução de ações de sustentabilidade socioambiental que se tornaram referência para outras obras da Odebrecht, para o Brasil e até para outros países. Transferida para Teles Pires e depois para Chaglla, ela transportou a memória de um conjunto de soluções implementadas com êxito em Rondônia.</p>
<p>No lugar de Anelisa, em Teles Pires, ficou Thaysa Friaça Leite, que atua como Responsável pelo Sistema de Gestão Integrado de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente. Thaysa foi Jovem Parceira na obra em Porto Velho e chegou a Responsável por Meio Ambiente. Ela e Anelisa estão fazendo circular o conhecimento e, dessa forma, contribuem para que experiências que nasceram e se mostraram exitosas em um projeto modelar da Organização Odebrecht inspirem e assegurem soluções em outros projetos, que, frequentemente, se deparam com desafios similares.</p>
<p>“Como disse certa vez um grande líder que tive, Nelson da Costa Alves: ‘Não precisamos mais inventar a roda. Ela já existe. Sofrer com os mesmos problemas não faz sentido se já sabemos fazer o certo e que é comprovadamente bem-sucedido’”, diz Anelisa. Ela acrescenta: “Temos que saber utilizar, replicar e adaptar projetos em diferentes obras, colocar em prática os conceitos do ‘conhecimento pelo trabalho’ e de ‘lições aprendidas’.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultados tangíveis e intangíveis</strong></p>
<p>Os desafios enfrentados e superados em Santo Antônio permitiram o desenvolvimento de uma nova metodologia de trabalho para a área de Sustentabilidade, por meio da implantação do Sistema de Gestão Integrado. “A confiança das equipes de outros programas, como de Produção e Engenharia, em nossa atuação garantiu a sinergia necessária para a realização das iniciativas de tratamento ambiental em Santo Antônio”, ela observa.</p>
<p>Um exemplo de iniciativa concebida, testada e executada em Santo Antônio e replicada em Teles Pires e Chaglla é a implantação de central de gestão de resíduos com incinerador, área para compostagem, lagoa de estabilização e estação de tratamento de água ecológica (que utiliza reagente orgânico e trata o lodo para recuperação de áreas degradadas). Outro ponto de destaque é a formação de profissionais de Sustentabilidade de acordo com um mesmo padrão técnico e conceitual, o que facilita a troca de experiências.</p>
<p>Fernando Resende, Diretor de Engenharia da Odebrecht Energia Peru, atesta que a sintonia e coesão entre as equipes dos diferentes programas, salientada por Anelisa, têm sido fator determinante para importantes conquistas em Chaglla. “No fim de 2012, a obra foi inscrita na ONU [Organização das Nações Unidas] para ser classificada como MDL [Mecanismo de Desevolvimento Limpo] e posteriormente obter o Certificado de Créditos de Carbono”, ele informa. “Também temos conseguido compartilhar com o meio acadêmico peruano todo um conjunto de conhecimentos científicos relacionados à flora e à fauna desenvolvido por programas que realizamos no âmbito do canteiro e de seu entorno.”</p>
<p>Na Organização desde 1988, Fernando iniciou sua atuação nas obras da Hidrelétrica de Capanda, em Angola, e tem especial apreço pela ideia do compartilhamento de informações e experiências. “É muito gratificante participar desse processo”, diz ele, que atuou na construção de nove hidrelétricas como integrante da Odebrecht, entre elas Santo Antônio, onde esteve por três anos e meio.</p>
<p>Para Fernando, Anelisa, Thaysa e muitos integrantes da Odebrecht, a hidrelétrica em construção em Porto Velho foi e continua sendo uma escola. Thaysa salienta que outro aprendizado essencial obtido em Santo Antônio e que vem sendo bem aproveitado por ela em Teles Pires está relacionado aos sistemas de reúso implantados nas obras da usina de Rondônia e a suas consequências positivas.</p>
<p>“As águas do Rio Teles Pires são um grande movimentador socioeconômico, por conta do sustento dos pescadores e suas famílias e, também, pela alta importância da pesca esportiva, que vem tendo crescente repercussão internacional. Busquei trazer de Santo Antônio as experiências voltadas para evitar impactos, como o reúso de efluentes.” Thaysa ressalta um dos maiores ensinamentos que obteve em Santo Antônio – e em sua vida: “A melhor forma de combater um impacto negativo e suas consequências não é controlá-lo, mas sim evitá-lo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sinergia entre obras e empresas</strong></p>
<p>Gabriel Azevedo, Diretor de Sustentabilidade na Odebrecht Energia, é um entusiasta da relação sinérgica entre as obras. “Tudo o que é gerado nesse contexto fica na Organização”, enfatiza. Gabriel, baseado em Brasília, visita os canteiros de obra com frequência e regularidade. “Para os clientes, isso também traz vantagens naturalmente”, observa ele, que destaca as soluções para o tratamento da água desenvolvidas em Santo Antônio e que, depois, foram replicadas em Teles Pires e Chaglla.</p>
<p>Defensor ferrenho da troca de conhecimentos entre os projetos, Gabriel também sabe o quanto é essencial haver sintonia entre as empresas envolvidas em um mesmo empreendimento. “Quanto melhor formos nesse aspecto, mais potencializaremos os ganhos para o cliente”, assinala.</p>
<p>Délio Galvão, Diretor de Contrato da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, integrante da Odebrecht desde 1977, é um dos protagonistas dessa busca constante de entendimento, no âmbito da Sustentabilidade e em todos os outros. Como líder do CCSA, a Odebrecht Infraestrutura é a orquestradora de uma realização empresarial que tem ainda como protagonistas a Andrade Gutierrez e o Gicom (no qual estão reunidas Alstom, Voith Siemens, Andritz, Areva, Siemens e Bardella). “Santo Antônio é uma obra de grande porte, da qual participam vários atores, entre os quais é imprescindível que se estabeleça uma relação de completa sinergia”, defende.</p>
<p>Na Organização desde 1977, Délio esteve presente em diversos projetos hidrelétricos emblemáticos, entre os quais Itá, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, no anos 1990, onde foi Diretor de Contrato. “O conhecimento acumulado da Odebrecht no setor hidrelétrico é muito extenso”, ele argumenta. “Estamos preparados para participar de todas as etapas de um empreendimento, desde os primeiros estudos de viabilidade até a participação como investidores e operadores.” Essa expertise, segundo Délio, foi um dos fatores decisivos para que Santo Antônio se transformasse em referência, escola e celeiro de jovens talentos como Anelisa e Thaysa, uma obra capaz de proporcionar a outras lições que podem ser inestimáveis.</p>
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		<title>A edificação de um conceito</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Odebrecht Properties chega para conceber e realizar investimentos e assumir a gestão de ativos imobiliários Quando se fala em infraestrutura &#8211; no caso do Brasil,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Odebrecht Properties chega para conceber e realizar investimentos e assumir a gestão de ativos imobiliários</strong></p>
<p>Quando se fala em infraestrutura &#8211; no caso do Brasil, mais precisamente na falta dela -, o senso comum aponta para a necessidade de investimentos em estradas, portos, aeroportos. Pouco se fala, porém, na infraestrutura representada por ativos imobiliários públicos e privados inadequados ou defasados, que também podem impactar significativamente na produtividade de quem trabalha ou utiliza esses empreendimentos.</p>
<p>Nos dias atuais, é consensual o entendimento de que é preciso conceber espaços para as atividades a que eles se destinam. Em outras palavras, significa dizer que pessoas reunidas em um ambiente adequado e acessível podem produzir e servir melhor, independentemente de sua atividade. Não à toa escritórios públicos e privados, escolas e arenas esportivas nos países desenvolvidos são concebidos e operados “sob medida” para seus públicos.</p>
<p>É nesse contexto que a Organização Odebrecht decidiu estruturar, em 2012, o Negócio Propriedades, por meio da criação da Odebrecht Properties (OP), e delegá-lo ao Líder Empresarial André Amaro, com passagem pela Construtora Norberto Odebrecht (CNO), Braskem e Odebrecht S.A.</p>
<p>Segundo ele, a criação da empresa é um bom exemplo de diversificação e crescimento orgânico da Organização, uma vez que a atuação da OP ultrapassa fronteiras de negócios da Odebrecht Realizações Imobiliárias e Odebrecht Infraestrutura, empresas que desenvolvem, constroem e entregam os empreendimentos aos clientes.</p>
<p>“Está no DNA da Organização crescer por meio de oportunidades e pessoas”, diz André Amaro. “E a Odebrecht tem sabido explorar essa dinâmica, o que facilita o empresariamento de um novo Negócio”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gestão de ativos imobiliários</strong></p>
<p>O negócio da OP consiste em identificar e conceber projetos, mobilizar capital necessário e realizar investimentos para, posteriormente, assumir a gestão dos ativos imobiliários, seja qual for sua destinação, e prestar serviços suplementares aos usuários dos ativos.</p>
<p>Para isso, a empresa está estruturada para atuar em áreas, divididas por Diretorias-Superintendências: Properties Brasil, Parcerias Públicas e Entretenimento.</p>
<p>A área de Properties Brasil visa atender diversos tipos de clientes que necessitam de edificações corporativas, industriais e de logística e está delegada à Diretora-Superintendente (DS) Carla Barretto, executiva com passagem pela Braskem, CNO e Odebrecht S.A., que terá como prioridade em 2013 os ativos da Organização.</p>
<p>Sob responsabilidade do DS Parcerias Públicas, Geraldo Villin Prado, que tem 32 anos de Organização, está o investimento e a operação de centros administrativos, escolas, hospitais e outros ativos imobiliários usados pelo setor público.</p>
<p>As arenas multiuso e outras edificações destinadas a atividades esportivas, culturais e de lazer estão sob a responsabilidade do DS Entretenimento, Dênio Cidreira, que trabalhou na Braskem, CNO e na Cetrel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sinergia e portfólio</strong></p>
<p>As arenas Pernambuco e Fonte Nova, construídas pela Odebrecht Infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014, estão na área de Entretenimento. Com inauguração prevista para o primeiro semestre deste ano, esses ativos, a exemplo das arenas Corinthians e Maracanã, são um marco na trajetória da Odebrecht de aceitar desafios grandiosos em benefício do país.</p>
<p>“Cabe à OP o desafio de operar as arenas do nosso portfólio da melhor maneira possível, para que, em médio prazo, elas se tornem referência de entretenimento no Brasil”, afirma Dênio Cidreira.</p>
<p>O Edifício Odebrecht São Paulo, projeto da Odebrecht Realizações Imobiliárias e que abrigará as empresas da Organização na capital paulista (hoje instaladas nos edifícios Eldorado e Villa Lobos), e o Edifício-sede da Odebrecht na Bahia, são os principais ativos da Properties Brasil.</p>
<p>Compõem o portfólio de ativos da DS Parcerias Públicas projetos no Rio de Janeiro, como o Parque Olímpico e o Porto Maravilha, que também fazem parte do contexto da Copa do Mundo e das Olimpíadas.</p>
<p>O Inova BH, em Minas Gerais, e o Centrad (Centro Administrativo Distrito Federal), em Brasília, são outros exemplos de projetos realizados por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). O primeiro realizará o investimento e operará 37 escolas públicas para a Prefeitura de Belo Horizonte, enquanto o Centrad será um conjunto de 16 prédios construídos para abrigar toda a administração do Governo do Distrito Federal, além de centro de convenções e shopping center.</p>
<p>“São projetos de infraestrutura que permitem aos servidores públicos terem mais produtividade ao realizar as atribuições de atender ao cidadão e prover serviços básicos como saúde e educação, uma vez que estão sob nossa responsabilidade todos os serviços complementares desses empreendimentos”, destaca Geraldo Villin.</p>
<p>Carla Barretto acrescenta que, para todos os projetos, de todas as áreas, os empresários têm o desafio de pensar no desenvolvimento do entorno, por meio de programas estruturados de relacionamento com a comunidade. “Nosso desafio empresarial transcende as fronteiras do ativo imobiliário. Sempre que oportuno, seremos agentes do desenvolvimento e da revitalização do entorno das propriedades, visando à maximização da valorização do ativos a longo prazo”, argumenta.</p>
<p>Além dos ativos que hoje pertencem ao portfólio da empresa, o número de integrantes confirma a análise de André Amaro em relação ao crescimento orgânico e desenvolvimento de pessoas. Dos cerca de 200 integrantes da Odebrecht Properties 75% vieram de outras empresas da Organização.</p>
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		<title>Talento e experiência da casa</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Odebrecht Engenharia de Projetos é formada por especialistas em diversas áreas, representantes de três gerações Criar uma empresa de Engenharia de Projetos para atender à...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Odebrecht Engenharia de Projetos é formada por especialistas em diversas áreas, representantes de três gerações</strong></p>
<p>Criar uma empresa de Engenharia de Projetos para atender à demanda dos negócios e contratos da Odebrecht era um antigo sonho dos líderes da Organização. Em julho de 2012, o sonho tornou-se realidade. A Odebrecht Engenharia de Projetos (OEP) iniciou suas atividades, com mais de 160 especialistas em diferentes campos, como mecânica, elétrica, civil, instrumentação, processos, materiais e tubulações.</p>
<p>Até então, serviços de engenharia sempre foram contratados pela Odebrecht no mercado, quando uma nova obra exigia. A parceria com os escritórios externos continuará existindo, mas o objetivo é que a OEP ocupe parte desse espaço, fortalecendo a competência interna em engenharia.</p>
<p>“Nosso objetivo é participar dos negócios da Odebrecht, fornecendo soluções integradas para os contratos no Brasil e em outros países”, diz José Mariano, Diretor de Engenharia. A fórmula inclui as diversas etapas de uma obra, da elaboração de projetos conceituais e básicos ao suporte à pré-operação, com ganhos em agilidade e gestão.</p>
<p>Com base em dados de mercado, José Mariano explica que o custo da engenharia em um contrato na modalidade EPC (Engenharia, Suprimento e Construção), uma tendência mundial em grandes obras, varia entre 5% a 10% do total. Contudo, ele observa, uma engenharia malfeita pode comprometer a totalidade de um empreendimento e levar a grandes prejuízos. “Assegurar o gerenciamento das três etapas do EPC nos dá agilidade e segurança para superar desafios”, observa.</p>
<p>Ligada à estrutura da Odebrecht Engenharia Industrial, a OEP conta com quase uma centena de engenheiros e 50 técnicos recrutados internamente e no mercado. A faixa média de experiência dos integrantes é de 30 anos.</p>
<p>“Dispomos, também, de uma área de Tecnologia da Informação equipada com sistemas integrados capazes de atender ao grande tráfego de projetos e à necessidade de segurança dos dados”, informa Raphael Couto, de Pessoas e Organização. “Todo o conhecimento e as informações geradas a partir dos projetos desenvolvidos pela OEP estarão, agora, armazenados e disponíveis dentro da Organização”, enfatiza.</p>
<p>O primeiro contrato do qual a OEP participa é o dos terminais de Araçatuba e de Anhembi (SP), da Logum Logística S.A., consórcio responsável pela construção e operação do sistema logístico multimodal para transporte rodoviário e hidroviário de etanol, no Sudeste e Centro-Oeste brasileiros. O consórcio é formado por seis empresas dos setores de engenharia, energia e transporte, do qual a Odebrecht TransPort detém 20% de participação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Três gerações de especialistas</strong></p>
<p>Na sede da OEP, em São Paulo, estão reunidas três gerações de profissionais, de estagiários aos que estão na ativa há décadas, como Zinji Kubata, projetista de 78 anos, que, embora aposentado, nunca parou de trabalhar. “Nesses anos todos atuando em empresas e escritórios de engenharia, convivi com boa parte da equipe que hoje constitui a OEP”, ele comenta.</p>
<p>Outro exemplo é Antonio Carlos Morselli, 69 anos de idade e 45 de profissão, técnico de instalações industriais. Convidado em janeiro para passar a integrar a equipe, ele se lembra de que conheceu a Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) no processo de integração. “É uma cultura com a qual me identifico, sobretudo pela forma como valoriza suas equipes e clientes.”</p>
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		<title>Diálogo produtivo</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas, entre as quais a Odebrecht Óleo e Gás e a EEP, unem-se para construir e operar sondas da Petrobras Em três anos, o Estaleiro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empresas, entre as quais a Odebrecht Óleo e Gás e a EEP, unem-se para construir e operar sondas da Petrobras</strong></p>
<p>Em três anos, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) entregará sua primeira unidade de perfuração em águas ultraprofundas a ser utilizada na região do pré-sal. Poderá ser a primeira sonda fabricada no Brasil para exploração de petróleo – um marco para as indústrias naval e de óleo e gás do país. A construção e a posterior operação dessa e de outras cinco sondas que serão construídas no EEP até 2020 representam a convergência de esforços de uma série de empresas e profissionais, cada um contribuindo estrategicamente conforme suas expertises.</p>
<p>Quatro das seis sondas foram encomendadas ao estaleiro por meio de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pela Sete Brasil e a Odebrecht Óleo e Gás. O contrato, no valor de US$ 3,2 bilhões, é gerido por um grupo (Project Management Team – PMT) composto da própria Odebrecht Óleo e Gás e da Petrobras (Divisão de Engenharia), tendo a Petrobras (Divisão de Exploração e Produção – E&amp;P) como o cliente para o qual as sondas irão operar. Do total de seis unidades de perfuração, quatro serão operadas pela Odebrecht Óleo e Gás. “É um arranjo altamente complexo, com mesmas empresas assumindo vários papéis ao longo dos projetos, de acionista a operador”, diz Paulo Neves, Diretor do Projeto na Odebrecht Óleo e Gás.</p>
<p>O desafio torna-se ainda maior porque o próprio EEP é uma empresa nova, e suas instalações físicas ainda estão em construção em Maragojipe (BA). “Estamos mudando completamente a face daquela região e do estado como um todo. O projeto é gigantesco e muito transformador”, comenta o Diretor do EEP, Francisco Dezen. Ele destaca o alto percentual de conteúdo local (parcela de participação da indústria nacional no fornecimento de bens e serviços) no projeto, que “chegará a 65% nas últimas unidades”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Troca de experiências</strong></p>
<p>“O projeto de construção das 28 sondas [quantidade total de estruturas encomendadas pela Sete Brasil, das quais seis ao EEP e as demais 22 a outros estaleiros brasileiros] é o maior desafio da indústria naval brasileira nos últimos tempos. A Sete Brasil estruturou e conta com a melhor composição de capacidade técnica e gerencial disponível no país para enfrentar esse desafio”, comenta Herculano Barbosa, Diretor-Superintendente de Engenharia e Tecnologia da Odebrecht Óleo e Gás. Com a Petrobras e os próprios operadores como acionistas minoritários, ficaram definidas equipes integradas de supervisão (Petrobras Engenharia e prestadores de serviços/operadores das plataformas), que contam com larga experiência em construção e operação. O objetivo é a construção de plataformas que atendam ao cliente final (Petrobras E&amp;P) em todos seus requerimentos. “A equipe mista de supervisão das obras, formada pela Petrobras Engenharia e pelos operadores, também tem interagido com os estaleiros de maneira a esclarecer os requerimentos contratuais e elucidar as demandas técnicas para minimizar a perda de tempo, o que contribui para o bom andamento dos projetos”, explica Herculano.</p>
<p>Para o sucesso da iniciativa, tem sido fundamental a troca de experiências. “A Odebrecht Óleo e Gás e a Petrobras Engenharia têm nos apoiado desde muito antes da assinatura do contrato, em agosto passado”, salienta Dezen. “Nos últimos três anos, as empresas nos abriram as portas, dando acesso aos maiores especialistas e às mais novas tecnologias”, ele acrescenta, lembrando que a Odebrecht Óleo e Gás construiu recentemente seis sondas na Coreia do Sul e nos Emirados Árabes Unidos para operarem para a Petrobras. “A empresa não apenas sabe o que é fazer sonda, como sabe o que é fazer sonda para esse cliente, a Petrobras E&amp;P, que tem requerimentos específicos”, argumenta Dezen.</p>
<p>Geograficamente, o projeto se expande por fronteiras das mais diversas: a gestão está, inicialmente, centralizada no Rio de Janeiro, onde ficam os escritórios do EEP e da Odebrecht Óleo e Gás e a sede da Petrobras. O detalhamento de engenharia está sendo feito em parceria com uma empresa na Romênia. Há ainda parceiros na Noruega, no Reino Unido e nos Estados Unidos. E, quando as instalações do EEP estiverem concluídas, em 2014, certamente a maior parte da equipe será deslocada para a Bahia.</p>
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		<title>Ícone da sinergia</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 15:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto Aquapolo, que iniciou operações no fim de 2012, foi a iniciativa pioneira de transversalidade na Organização Na região da Serra do Mar, em São...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Projeto Aquapolo, que iniciou operações no fim de 2012, foi a iniciativa pioneira de transversalidade na Organização</strong></p>
<p>Na região da Serra do Mar, em São Paulo, nasce o Rio Tamanduateí, que corta as cidades de Mauá, Santo André e São Caetano do Sul e deságua no Rio Tietê, na capital. Para reduzir a quantidade de esgoto despejado nos dois rios, proveniente das cidades do ABC Paulista, o efluente é direcionado à Estação de Tratamento de Esgoto ABC, da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), para a retirada da carga orgânica, e é levado à Estação de Produção de Água Industrial da Aquapolo Ambiental para transformar-se em água de reúso.</p>
<p>Na empresa, formada pela Odebrecht Ambiental e a Sabesp, o efluente segue para o tanque “circuito carrossel”, onde é realizado um tratamento biológico. Em seguida, ele passa por módulos de membranas especiais, em um processo de ultrafiltração. Com novas propriedades, a substância ganha transparência e odor naturais. Assim é criada a água de reúso, ou água industrial, que abastece o Polo Petroquímico de Capuava, na região do ABC Paulista.</p>
<p>Cerca de quatro anos separam a ideia e a operação efetiva do maior projeto de água de reúso para fins industriais do Hemisfério Sul, iniciada no fim de 2012. Nesse período, desenvolveu-se a primeira iniciativa da Organização Odebrecht com a sinergia de três empresas: o Aquapolo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>União que trouxe a força</strong></p>
<p>“A Quattor foi o cliente inicial”, relembra Emyr Costa, Diretor de Engenharia na Odebrecht Ambiental desde abril de 2012. Ele foi um dos primeiros a trabalhar o tema, a partir de 2008, ainda na Odebrecht Infraestrutura. “Na época, já existiam parcerias com a Odebrecht Ambiental”, comenta.</p>
<p>Enquanto isso, a Odebrecht Ambiental adquiria a Ecosama, concessionária de tratamento de água e esgoto de Mauá, e passava a estudar a produção de água industrial. “O Projeto Aquapolo foi o início da parceria com a Sabesp, até a concepção e formação da Aquapolo Ambiental S.A., que tem um contrato de 41 anos para distribuir água de reúso ao Polo de Capuava”, explica Marcos Asseburg, Responsável pela nova empresa. “É a primeira sociedade da Sabesp com a iniciativa privada”, salienta Fernando Gomes, Diretor da Aquapolo por parte da estatal.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Braskem incorporava a Quattor e dava continuidade ao projeto. “A água recebida era de qualidade inferior e reduzia a vida útil dos equipamentos, aumentando as manutenções. A sustentabilidade da planta dependia da melhoria das propriedades da água”, salienta Marina Muniz Rossi, Coordenadora de Utilidades na Unidade de Insumos Básicos (Unib 3), cujas instalações recebem a água e garantem sua propagação à Braskem e a outras empresas. Os movimentos distintos das empresas da Organização acabaram convergindo para um mesmo caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Da sinergia à inovação</strong></p>
<p>O Aquapolo inventou um novo ciclo para a água e abriu novas oportunidades para a cultura da água de reúso. “O sucesso do projeto é resultado da união das melhores ferramentas e do conhecimento de cada empresa”, resume Marcos Asseburg. Antes da oficialização do contrato, as equipes da Odebrecht Ambiental, Odebrecht Infraestrutura, Braskem e Sabesp já estavam envolvidas no planejamento. “As obras civis foram aprovadas antes da assinatura. Isso só é possível com sinergia”, reforça Emyr Costa.</p>
<p>Dez frentes de serviço foram instaladas simultaneamente em uma das principais avenidas do ABC: a Avenida do Estado, que corta quatro municípios, às margens do Rio Tamanduateí, e que recebeu 17 km de adutora em menos de um ano. “Cerca de 2.800 metros foram construídos por mês em uma densa área urbana. Foi um grande desafio”, descreve Fabiano Munhoz, Diretor de Contrato.</p>
<p>Paralelamente, Odebrecht Ambiental e Sabesp realizavam testes em uma miniestação de tratamento de água, denominada Planta Piloto. Os estudos determinaram as tecnologias necessárias para a fabricação de uma água industrial de qualidade. “A parceria com as empresas da Organização nos deu tranquilidade para cumprir prazos. Sabíamos que estávamos alavancando um novo negócio”, observa Fernando Gomes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Divisão de responsabilidades</strong></p>
<p>Outro desafio foi a comunicação e o relacionamento com diferentes órgãos e entidades. Para enfrentá-lo, as empresas dividiram responsabilidades. “A Braskem desempenhou esse papel com as prefeituras, a Odebrecht Ambiental e a Sabesp lideraram a obtenção das licenças ambientais e a Odebrecht Infraestrutura assumiu as licenças das obras civis”, relata Emyr Costa.</p>
<p>A instalação de 3,6 km de redes de distribuição no Polo de Capuava também foi desafiador. “Treinamos mais de 200 pessoas para trabalhar dentro de uma petroquímica. Adaptamos o trabalho da engenharia civil à rotina da Braskem”, salienta Fabiano Munhoz.</p>
<p>Transparência, comunicação e criação de soluções: a sinergia infundiu segurança e viabilidade ao projeto. “Cada empresa soube ‘defender’ seu negócio e garantir segurança financeira, influenciando, sendo influenciada, compreendendo e respeitando os parceiros”, pontua Marcos Asseburg. Fabiano Munhoz argumenta que se deve sempre buscar relações sinérgicas dentro da Odebrecht. “A cooperação foi fundamental para os resultados finais. Colocamos a Organização à frente de tudo”, complementa. Marina Muniz Rossi salienta que a integração de profissionais da mesma Organização facilitou o desenvolvimento do projeto. “Em um ambiente de confiança, conseguimos buscar soluções diferentes para agilizar processos e atividades”, reforça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Presente e futuro</strong></p>
<p>Atualmente, 650 mil l/s de água de reúso são fornecidos ao Polo Petroquímico de Capuava. A água potável que deixou de ser utilizada abastece 500 mil habitantes do ABC. A Aquapolo tem capacidade para produzir 1.000 l/s. “Nosso novo desafio é mostrar à sociedade que existem vários tipos de água de qualidade, uma para cada finalidade”, argumenta Marcos Asseburg.</p>
<p>No início de 2013, foi realizado o processo de certificação da qualidade da água. “Fizemos testes simultaneamente com todos os agentes envolvidos”, comenta Marina Muniz Rossi, que mantém contato, quase diário, com as equipes da Aquapolo. De acordo com ela, os resultados serão, a longo prazo, o avanço na troca térmica e redução do uso de produtos químicos, e, a médio prazo, a ampliação da vida útil dos equipamentos, melhoria nos métodos de manutenção e diminuição da água consumida.</p>
<p>O Polo de Capuava poderá ainda ser foco de um novo projeto sinérgico. Emyr Costa revela que estudos são realizados para um programa de valorização energética na planta, envolvendo Odebrecht Ambiental, Infraestrutura, Engenharia Industrial e Braskem. “A tendência é que as sinergias cresçam, pois a Organização se diversifica cada vez mais.”</p>
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