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	<title>Exclusivo Online</title>
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		<title>Os diários do governador</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 19:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Odebrecht]]></category>

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		<description><![CDATA[Em ilustração do século XVIII, expedição dos bandeirantes na região onde hoje é o estado do Mato Grosso Em 1968, Gilberto Freyre publicou um livro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5494" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/05/10/os-diarios-do-governador/bandeirantes-mt-gravura_seculo_xviii_bandeirantes/"><img class="alignnone size-full wp-image-5494" title="Bandeirantes MT gravura_seculo_xviii_bandeirantes" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/05/Bandeirantes-MT-gravura_seculo_xviii_bandeirantes.jpg" alt="" width="560" height="364" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Em ilustração do século XVIII, expedição dos bandeirantes na região onde hoje é o estado do Mato Grosso</strong></span></h6>
<p>Em 1968, Gilberto Freyre publicou um livro que despertaria a curiosidade de alguns historiadores brasileiros. Intitulado <em>Contribuição para o estudo da biografia: o exemplo de Luiz de Albuquerque, governador de Mato Grosso no fim do século XVIII</em>, nele Freyre reproduzia um diário de viagem escrito e desenhado por um alto funcionário da Corte Portuguesa no período em que partiu de Lisboa, em 1771, rumo às terras que deveria governar no Brasil. O diário guardava informações preciosas sobre o primeiro trecho da viagem de Luiz de Albuquerque, desde Lisboa até Paracatu, em Minas Gerais.</p>
<p>A curiosidade dos pesquisadores partia de uma indagação lógica: de onde saiu esse documento histórico, mencionado por Freyre, haveria mais? Teria Luiz de Albuquerque, relevante personagem do século XVIII, escrito outros diários de viagem relatando, por exemplo, o trecho percorrido entre Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso? O tempo mostrou que sim. O tempo e dois ingredientes indispensáveis na vida de um historiador: curiosidade e uma boa dose de coincidência.</p>
<p>“Eram manuscritos sobre a fauna e a flora, desenhos, mapas, anais, documentos que revelariam aspectos históricos pouco estudados do Brasil Colônia”, diz a historiadora Janaína Amado, em uma descrição do seu “baú do tesouro”, encontrado há 13 anos. Em 2000, Janaína era bolsista da Newberry Library, em Chicago, quando localizou os originais de seis diários de Luiz de Albuquerque. Para sua surpresa, eles relatavam não apenas a chegada do governador em Mato Grosso, mas também suas travessias dentro da capitania para fins de exploração e construção de fortes, além da sua viagem de retorno a Portugal, via Belém do Pará.</p>
<p>Os diários haviam ido parar nos Estados Unidos por mão de Richard Ramer, um negociante norte-americano especializado em livros raros que havia comprado esses e outros documentos. Um incêndio ocorrido na década de 1970 na Casa da Ínsua, onde ficava o arquivo da família do governador, em Portugal, retardou o encontro dos diários. Graças à localização do documento, novos dados sobre o Brasil setecentista emergiram, e, agora, serão transformados em livro pela Odebrecht.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Incentivo</strong></p>
<p>Janaína Amado e a também historiadora Leny Caselli Anzai são as vencedoras da 9ª edição do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica Clarival do Prado Valladares, realizada em 2012 e cujo resultado foi divulgado em março. O prêmio foi concedido para o projeto de pesquisa <em>A grande viagem do governador Luis de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres entre Lisboa, Rio, Goiás, Mato Grosso e Amazônia (1771-1791)</em>. O trabalho é fruto da descoberta de Janaína, em 2000, e de uma tese de doutorado de Leny<ins datetime="2013-05-31T07:19" cite="mailto:angel">,</ins> sobre a expedição filosófica que Alexandre Rodrigues Ferreira comandou na Capitania de Mato Grosso no século XVIII.</p>
<p>“Janaína foi minha orientadora no doutorado, e nós percebemos que a temática da minha pesquisa coincidia com o mesmo período e a mesma região dos diários de Luiz de Albuquerque. Assim, nasceu esse novo projeto”, explica Leny. As duas pesquisadoras são doutoras em História, com longas carreiras como professoras universitárias, obras editadas e ampla experiência em pesquisa acadêmica.</p>
<p>É de coautoria delas um livro sobre o mesmo período e a mesma região do atual projeto: <em>Anais de Vila Bela 1734-1789</em>, lançado em Cuiabá pela Editora da<em> </em>Universidade Federal de Mato Grosso Carlini &amp; Caniato, em 2006.  Janaína e Leny acreditam que o Prêmio Odebrecht fará germinar novos e importantes trabalhos. “Ele impulsionará novas histórias. Uma publicação desse nível colocará em foco uma região do Brasil historicamente muito importante, fundamental para a formação territorial brasileira, e que merece ter mais pesquisas publicadas”, afirma Leny.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição 2013</strong></p>
<p>O Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica é conferido a projetos que contribuem para um maior entendimento da formação econômica, sociopolítica ou artística brasileira. O vencedor de cada edição anual tem garantidas as condições para realização do trabalho, incluindo o pagamento de direitos autorais e o custeio de todas as despesas necessárias à realização e ao registro da pesquisa. Em 2013, a premiação chega a sua 10ª edição, com inscrições até 30 de junho (link para o site do prêmio).</p>
<p>“A iniciativa é pioneira e pode servir de exemplo para outras empresas, que poderiam enxergar a importância do incentivo à pesquisa histórica no Brasil”, salienta Leny. Ela explica que, embora as editoras universitárias tenham se fortalecido nos últimos anos, certos tipos de pesquisa ainda são pouco viáveis. Quando se tratam de livros “de arte” – geralmente ilustrados com mapas, fotografias ou desenhos – torna-se inviável custeá-los e editá-los por uma instituição pública, que acaba preferindo as publicações de orçamento mais modesto. “Ainda é muito difícil publicar pesquisas com conteúdo iconográfico no país”, observa.</p>
<p>Responsável por Comunicação na Odebrecht S.A., Márcio Polidoro ressalta o compromisso da Organização com a responsabilidade social. Segundo ele, é fundamental valorizar a pesquisa de temas de interesse das comunidades onde a Odebrecht está presente. “Não há uma proposta de marketing ao investirmos em projetos culturais. Pelo contrário. Nossa política de sustentabilidade vê a preservação histórica como um elemento que remete ao futuro de qualquer sociedade. Preservar a história é dar condição de a sociedade ser sustentável”.</p>
<p>O Prêmio Odebrecht tem como objetivo desvendar fatos, processos e personagens que se encontravam à margem do conhecimento ou obscurecidos pelo tempo. “O que marcou, por coincidência, as primeiras edições, foi a quantidade de temas sobre a Bahia, que é o berço histórico da nação. É uma característica que vem mudando nos últimos anos, com uma crescente participação de temas relativos a outras regiões do país”, diz  Márcio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jabutis</strong></p>
<p>Já foram publicados livros como <em>O Comércio do Açúcar – Brasil, Portugal e Países Baixos</em>, de Daniel Strumm, em 2012; <em>Igreja e Convento de São Francisco da Bahia</em>, de Maria Helena Ochi Flexor e Frei Hugo Fragoso, em 2011; e<em> </em><em>Theodoro Sampaio – nos Sertões e nas Cidades</em>, de Ademir Pereira dos Santos, em 2010. Os dois últimos conquistaram o primeiro lugar na categoria Projeto Gráfico do Prêmio Jabuti, o mais importante do mercado editorial brasileiro, sendo que <em>Theodoro Sampaio</em> também ficou com o terceiro lugar na categoria Arquitetura e Urbanismo. <em>A História do Brazil de Frei Vicente do Salvador</em>, de Maria Leda Oliveira, foi o segundo colocado no Jabuti em 2009. Atualmente, encontra-se em processo de edição <em>O mapa que inventou o Brasil</em>, de Júnia Ferreira Furtado, vencedor da oitava edição do Prêmio Clarival.</p>
<p>Durante a seleção dos projetos são avaliadas suas linhas gerais e a qualificação de seus autores. Na primeira etapa, um comitê interno (Comitê Cultural Odebrecht) analisa os trabalhos e seleciona cinco finalistas. Na segunda, uma Comissão Julgadora – formada por até cinco pessoas de notório saber e um representante da Odebrecht – escolhe o vencedor.</p>
<p><em>A grande viagem do governador </em>será transformada em livro, com publicação prevista para novembro de 2014. No trabalho, uma boa parte dos 97 desenhos feitos por Luiz de Albuquerque será editada ao lado de mapas atuais e imagens da época, a fim de se construir um diálogo entre o presente e o passado.</p>
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		<title>Entra em campo uma nova energia</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 18:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odebrecht Engenharia e Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Arena Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>

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		<description><![CDATA[Captadores de energia solar similares aos que serão utilizados na usina da Arena Pernambuco Sport, Náutico ou Santa Cruz. Seja qual for o time que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5461" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/05/03/entra-em-campo-uma-nova-energia/rev_foto-exclusivo-3-maio/"><img class="alignnone size-full wp-image-5461" title="REV_FOTO EXCLUSIVO 3 MAIO" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/05/REV_FOTO-EXCLUSIVO-3-MAIO.jpg" alt="" width="560" height="368" /></a><span style="color: #999999;">Captadores de energia solar similares aos que serão utilizados na usina da Arena Pernambuco</span></h6>
<p>Sport, Náutico ou Santa Cruz. Seja qual for o time que entrar em campo, a Arena Pernambuco poderá contar com um combustível especial: o grito de apoio de 46 mil torcedores.</p>
<p>Para dar conforto e segurança a torcedores, jogadores, comissão técnica e imprensa, será preciso garantir uma fonte confiável de energia. Uma solução inovadora veio da parceria entre a Odebrecht Energia e o grupo Neoenergia: implantar uma usina solar fotovoltaica para suprir parte das necessidades da arena.</p>
<p>Com 1 MW de potência instalada, equivalente ao consumo médio de 6 mil brasileiros, a usina será capaz de suprir 25% das necessidades energéticas da arena e trabalhará independentemente do fornecimento de energia elétrica da concessionária local. O excedente gerado será injetado na rede e, posteriormente, dentro de um prazo de 36 meses, a Arena Pernambuco poderá consumir a energia.</p>
<p>As equipes trabalham para que a usina comece a funcionar em junho, antes dos jogos da Copa das Confederações. A Arena Pernambuco também sediará cinco jogos da Copa do Mundo de<ins datetime="2013-03-28T16:53" cite="mailto:Josi"> </ins>2014: quatro da fase de grupos e um pelas oitavas de final.</p>
<p>O futebol é sua principal vocação, mas a arena foi projetada para abrigar também grandes shows e outros eventos esportivos e de entretenimento. Localizado em São João da Mata, na região metropolitana de Recife, o estádio está sendo construído pelo Consórcio Arena Pernambuco, formado pela Odebrecht Infraestrutura e pela Odebrecht Properties.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cooperação</strong></p>
<p>Um dos primeiros desafios trazidos pelo projeto da usina foi integrá-lo às obras – já bastante avançadas – da Arena Pernambuco. “Não poderíamos aumentar os custos nem atrasar o cronograma”, explica Fernando Chein, Diretor de Geração da Odebrecht Energia. Ele afirma que, desde o princípio, a cooperação mútua dos integrantes foi fundamental. “O primeiro passo foi identificar, com as equipes da Odebrecht Infraestrutura e da Arena, qual seria o melhor local para a construção da usina”.</p>
<p>O que Chein descreve é nada menos que utilização da sinergia como ferramenta de trabalho. A palavra vem do grego e significa “cooperação, ajuda”. “É um princípio fantástico. Trabalhar em conjunto traz benefícios para outras empresas que estão envolvidas no processo”, afirma Ivan Engler, Diretor de Investimento da Odebrecht Energia.</p>
<p>Bruno Dourado, Diretor de Contrato da Odebrecht Infraestrutura, destaca as vantagens de se trabalhar sinergicamente. “Há um benefício de imagem para a Organização, pois sinergia envolve mais eficiência e produtividade”.</p>
<p>Se a experiência é coletivamente benéfica, ela também é proveitosa do ponto de vista individual. “Para o integrante, é como uma formação. Ele ganha no seu relacionamento interpessoal com os colegas. É também um fator de crescimento pessoal, pois ele passa a ser mais conhecido no grupo e a conhecê-lo melhor. Formam-se circuitos internos, novas redes de conhecimento”, acrescenta Dourado.</p>
<p>A experiência da Odebrecht em áreas distintas pesou como um fator facilitador da cooperação. Segundo Bruno Dourado, a cultura empresarial da Odebrecht facilitou o processo. “Vejo como uma cooperação entre grupos, não vejo como empresas diferentes. Sendo a Odebrecht Infraestrutura e a Odebrecht Energia as envolvidas, fica tudo mais fácil, já que partilhamos da mesma filosofia de trabalho, que é a nossa Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO)”.</p>
<p>Mas a sinergia só é plenamente alcançada se outras etapas da cooperação forem concluídas com êxito. “O desafio maior de uma empreitada como essa é a comunicação. Se você comunica bem, a sinergia acontece por gravidade, é uma consequência”, destaca Dourado. A atuação do líder é outro aspecto importante. “Liderança pressupõe equipe. O líder não pode trabalhar nem mais, nem menos do que a sua equipe. Ele deve estar em sinergia com ela. Todos estão no mesmo barco”, salienta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inserção na matriz energética</strong></p>
<p>O projeto da usina solar responde a uma chamada pública lançada em agosto de 2011 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com o objetivo de estimular a pesquisa na área de fontes renováveis de energia. Com o nome de “Projeto Estratégico de Pesquisa e Desenvolvimento Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”, a iniciativa buscou estimular empresas concessionárias de distribuição e geração de energia, que por lei têm de investir uma parte de suas receitas em pesquisa e desenvolvimento, a apresentarem projetos. Como concessionária, a Neoenergia estava habilitada a participar da chamada.</p>
<p>Usinas solares ainda são raras no Brasil. Por isso, a sua implementação tem um caráter de pesquisa e aprendizado. Como explica Ivan Engler, “o objetivo é inserir a fonte solar na matriz energética brasileira e tirar aprendizado disso. Além de, claro, fazer com que os estádios da Copa sejam sustentáveis”. De acordo com Engler, houve um processo de capacitação, com viagens a países como Espanha e Alemanha.</p>
<p>“Comparada com outros processos comerciais já desenvolvidos no Brasil, a energia solar tem um custo elevado de geração de MWh”, explica Fernando Chein. “Mas com o desenvolvimento dessa tecnologia, os custos tendem a cair. No futuro, pode ser uma fonte interessante de energia”.</p>
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		<title>Transversalidade e sinergia</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 16:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odebrecht S.A.]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2012, a Odebrecht completou 20 anos de atuação na Venezuela. Tendo como visão estratégica os pilares de Sobrevivência, Crescimento e Perpetuidade, o foco de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5438" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/04/25/transversalidade-e-sinergia/euzenando/"><img class="alignnone size-full wp-image-5438" title="Euzenando" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/04/Euzenando.jpg" alt="" width="560" height="376" /></a><span style="color: #999999;"><strong><br />
</strong></span></h6>
<p>Em 2012, a Odebrecht completou 20 anos de atuação na Venezuela. Tendo como visão estratégica os pilares de Sobrevivência, Crescimento e Perpetuidade, o foco de nossa atuação é contribuir de maneira qualificada para o desenvolvimento sustentável do país, potencializando a sinergia entre as diversas empresas da Organização e buscando a satisfação dos clientes. Ao longo desse período, evoluímos de prestadores de serviços em infraestrutura para sócios e investidores<em> </em>em áreas estratégicas, como a indústria petroquímica e a produção de petróleo. Nosso crescimento é consequência natural de uma postura de absoluta seriedade, do conhecimento adquirido e do compromisso com o país.</p>
<p>A realização exitosa de importantes projetos em diversos setores da economia venezuelana – como transportes, energia e agroindústria – proporcionou uma maior aproximação com os nossos clientes, gerando confiança mútua. A transferência de tecnologia e conhecimento e a conclusão de obras emblemáticas para o país, a exemplo do Sistema Viário Misto  Segunda Ponte sobre o Rio  Orinoco, da Linha 4 do Metrô de Caracas e da Linha 1 do Metrô de Los Teques, são resultado da seriedade e da responsabilidade que estão na  base da Tecnologia Empresarial Odebrecht – TEO.</p>
<p>A experiência adquirida pelas equipes da Engenharia e Construção, por meio da permanência e do contínuo conhecimento da realidade local, aliada a uma operação sólida e geradora de resultados, permitiu criar condições para a identificação, a seleção e a consolidação de negócios para as outras empresas da Odebrecht. A primeira a se instalar na Venezuela foi a Braskem, em 2006, por meio de uma associação com a Petroquímica de Venezuela (Pequiven) para a construção de um grande polo petroquímico capaz de dar autossuficiência ao mercado local e permitir a exportação de polipropileno. As equipes técnicas de ambas as empresas continuam estudando as melhores alternativas para esse projeto.</p>
<p>Devido à necessidade de preparar um orçamento para os investimentos conjuntos e considerando a larga trajetória em execução de plantas industriais para empresas como a Petrobras, a Odebrecht Engenharia Industrial foi incorporada aos estudos e, uma vez instalada no país, se associou à Petróleos de Venezuela (PDVSA).  Assim, foi criado o consórcio EPC (Engenharia, Procura e Construção).</p>
<p>Atualmente, a Braskem dá prosseguimento ao  seu acordo com a Pequiven. A empresa compra nafta produzida na Venezuela e vende resinas produzidas no Brasil, contribuindo para o aumento das relações comerciais entre os dois países. Além da comercialização de produtos, a Braskem e a Odebrecht Venezuela estudam a formação de uma empresa mista com a Pequiven, a fim de implantarem, juntas, uma unidade de produção  de fertilizantes, cuja construção será feita pela Odebrecht Engenharia Industrial. Esta, por sua vez, está construindo quatro plantas de etanol para a PDVSA.</p>
<p>Após duas décadas, a execução de grandes projetos e as relações de confiança e respeito estabelecidas criaram as bases para o crescimento da Organização no país. Como parte dos nossos compromissos, a Odebrecht Venezuela se associou à PDVSA para a  criação de uma empresa mista, a PetroUrdaneta – na qual a PDVSA possui 60% dos ativos e a  Odebrecht, 40%, cabendo à Odebrecht Óleo e Gás a execução dos serviços. A constituição da PetroUrdaneta  exigiu um aporte de capital por parte da Odebrecht Venezuela, uma demonstração da confiança que permite a nossa inserção em um setor vital e estratégico da economia, o setor petroleiro.</p>
<p>A presença dessas diferentes empresas em um mesmo ambiente só é possível graças a uma atuação sinérgica, com objetivos convergentes e práticas e posturas fundamentadas nos valores da TEO. Nossa presença na Venezuela potencializa seu crescimento em função da circulação e geração de riquezas.  Além disso, nossos programas de sustentabilidade permitem que sejamos vistos como aliados, o que facilita a nossa integração com as comunidades.</p>
<p>Transversalidade se dá na medida em que as empresas se integram e geram oportunidades para si e para as outras. O êxito da atuação conjunta da Odebrecht na Venezuela vem sendo construído com base no exercício de uma liderança político-estratégica única, na preservação da autonomia de cada empresa e na busca constante da complementaridade de competências.</p>
<p><em><strong> Euzenando Azevedo é Líder Empresarial da Odebrecht Venezuela</strong></em></p>
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		<title>A gênese de uma nova EVA</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 14:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Braskem S. A.]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[EVA]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>

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		<description><![CDATA[Patrick Teyssonneyre: &#8221;Na área de Inovação, trabalhamos com criatividade e disciplina. Ter boas ideias não é garantia de que o trabalho será feito&#8221; Um novo polímero...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5387" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/04/22/a-genese-de-uma-nova-eva/rev-corte__kad8438-1/"><img class="alignnone size-full wp-image-5387" title="REV CORTE__KAD8438-1" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/04/REV-CORTE__KAD8438-1.jpg" alt="" width="560" height="362" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Patrick Teyssonneyre: &#8221;Na área de Inovação, trabalhamos com criatividade e disciplina. Ter boas ideias não é garantia de que o trabalho será feito&#8221;</strong></span></h6>
<p>Um novo polímero nasce de encadeamentos não só de moléculas, mas também de ideias e ações. A Braskem, maior produtora de biopolímeros do mundo, está lançando uma nova resina de EVA (copolímero de etileno e acetato de vinila) destinada à indústria de calçados esportivos. É um produto inovador, sem nenhum análogo no mercado mundial, que permite a fabricação mais rápida, barata e sustentável de tênis e sapatos. A resina reduz em até 26% o custo da etapa de colagem de solas e entressolas, eliminando o processo de cura U.V. (irradiação de luz ultravioleta), que provoca a emissão de ozônio, um gás nocivo à saúde e ao ambiente.</p>
<p>A nova resina vem atender a uma demanda do setor e é fruto da ação integrada das diferentes equipes da empresa. “A equipe Comercial atua em parceria com a de Inovação e Tecnologia. Mapeamos as necessidades do cliente, e, a partir dessas informações, o setor tecnológico passou a focar no desenvolvimento do novo produto”, explica Claudia Arruda, Diretora Comercial de Especialidades e Polietilenos na Braskem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais economia, menos resíduos</strong></p>
<p>Cortar custos é uma necessidade da indústria calçadista brasileira, que está sofrendo forte concorrência dos produtos importados, especialmente dos países asiáticos. “Quando perguntávamos aos nossos clientes que<del datetime="2013-04-10T18:25" cite="mailto:NELSON%20LETAIF"> </del> etapa do processo de fabricação onerava mais os custos, a resposta era, invariavelmente, a colagem. Foi então que tivemos a ideia de eliminar uma dessas etapas”, salienta Karen Pallone, Gerente do Segmento de EVA. Ela explica que as câmaras U.V. consomem muita energia. Além de incidir sobre os custos, esse alto nível de energia também pode desestabilizar moléculas de oxigênio e gerar ozônio, representando risco para a saúde das pessoas que trabalham no processo.</p>
<p>A colagem das entressolas é uma das etapas mais importantes da produção de um calçado, pois sua durabilidade depende muito da qualidade de aderência de suas partes. O processo de cura na câmara U.V. também era responsável por boa parte das devoluções de calçados, por causa de defeitos. “Dependendo do ângulo em que o tênis é posicionado na câmara, a luz pode deixar de atingir uma determinada parte, e a colagem fica imperfeita. Por isso, com o novo processo também liberamos os <em>designers</em> para criar, pois não precisam mais se preocupar com coisas como ângulos de incidência de luz”, acrescenta Karen Pallone.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>De embalagem a dutos</strong></p>
<p>Definida a função que terá o novo produto, a etapa seguinte é desenvolvê-lo. “Nosso trabalho é voltado para o mercado. Uma equipe de pesquisa em polímeros, dentro da Braskem, acompanha as visitas aos clientes, para ouvi-los. Em uma dessas visitas, nos foi apresentado esse desafio”, relata Patrick Teyssonneyre, Diretor de Inovação e Tecnologia de Poliolefinas, Vinílicos e Renováveis. <ins datetime="2013-04-17T15:07" cite="mailto:Manu"></ins></p>
<p>Teyssonneyre conta que um pesquisador de Ciência de Polímeros de sua equipe, Mauro Oviedo, teve a ideia de criar a nova resina adaptando outro produto em desenvolvimento na empresa. Uma tecnologia que ainda estava em desenvolvimento foi adaptada à <del datetime="2013-04-10T17:48" cite="mailto:none"> </del>outra aplicação, o que acabou dando certo. “Ele partiu de um adesivo para embalagens alimentícias e recobrimento de dutos metálicos para a indústria do petróleo”, diz. Para alcançar o resultado desejado, também foi preciso trabalhar em um novo <em>primer</em>, substância que complementa a colagem com resina, a ser aplicado a frio. O <em>primer</em> foi desenvolvido em parceria com a empresa Killing. “Na área de Inovação, trabalhamos com criatividade e disciplina. Ter boas ideias não é garantia de que o trabalho será feito; e só com disciplina não se encontram soluções. Criatividade para encontrar e disciplina para executar”, salienta Teyssonneyre.</p>
<p>A etapa seguinte foi apresentar a novidade, suas vantagens e qualidades ao mercado: “Isso representou o nosso maior desafio, já que se tratava de um projeto de ruptura tecnológica”, observa Rafael Piacenza, Coordenador de Marketing de Polietilenos. Em 2012, foi lançado um selo de qualidade para essa família de produtos, o Braskem Maxio, que tem apelo de sustentabilidade e competitividade. A resina VA3010A foi inicialmente desenvolvida para ser usada em tênis das marcas Penalty e Dass, e está sendo testada pela Azaleia (Olympikus) e pela Grendene. O mercado externo é o próximo passo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A sinergia do conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 18:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Braskem S. A.]]></category>
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		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5327" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/04/12/a-sinergia-do-conhecimento/rev_mba-foto/"><img class="alignnone size-full wp-image-5327" title="REV_MBA-Foto" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/04/REV_MBA-Foto.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Idealizado inicialmente pela Braskem, o programa foi adotado por todas as empresas da Organização</strong></span></h6>
<p>Eles eram 31 líderes procedentes de cinco regiões do país e representavam seis das 17 empresas da Odebrecht. Por dois anos, ao longo de 21 semanas não consecutivas, reuniram-se em São Paulo para cumprir a primeira edição do MBA Odebrecht. Idealizado inicialmente pela Braskem, o programa foi adotado por todas as empresas da Organização. Encerrada a primeira edição em dezembro de 2012, em agosto começa a segunda.</p>
<p>“O MBA foi concebido pelo Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) a partir das metas estratégicas, da Visão 2020 e da Cultura da Organização Odebrecht”, explica Ana Paula Saldanha Cardoso, Coordenadora Acadêmica de Educação Executiva do Insper. As 29 disciplinas, distribuídas em cinco módulos, foram ministradas ao longo de 528 horas de aula na sede da instituição, em São Paulo, com a presença de docentes do próprio instituto e de professores do exterior, “convidados das principais escolas de negócio do mundo”, complementa a coordenadora. Durante as aulas, líderes da Braskem e da Odebrecht compartilham com os jovens integrantes suas experiências e conhecimentos acumulados ao longo de décadas.</p>
<p>Voltado a integrantes de diferentes formações e áreas de atuação dentro da Organização, o MBA Odebrecht tem a chancela de uma das mais conceituadas escolas de negócios da América Latina, com certificações internacionais como os selos de qualidade emitidos pela <em>Association to Advance Collegiate Schools of Business</em> (AACSB) e pela <em>Association of MBAs</em> (AMBA). <ins datetime="2013-02-19T16:23" cite="mailto:Claudio"> </ins></p>
<p>De acordo com Ana Paula, o programa proporcionou aos participantes uma visão sistêmica da gestão de negócios, pautada na realidade da Organização Odebrecht. Para isso, um dos seus diferenciais foi a total customização dos conteúdos das disciplinas. “Pretendemos desenvolver uma carga conceitual, difundir a visão estratégica da Odebrecht e permitir a interação pessoal”, acrescenta Camila Dantas, Responsável por Educação e Carreira na Braskem e coordenadora da primeira edição. Na avaliação de Camila, o programa permitiu uma vivência positiva entre os colegas. “Com formações distintas e atuando em diferentes áreas, eles interagiram em prol da sinergia. A troca de experiências foi muito produtiva e todos saíram conhecendo mais dos diversos negócios da Organização”.</p>
<p>Participantes da primeira edição não escondem o entusiasmo. São integrantes da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Venezuela. Profissionais como Arlecio Rodrigues dos Santos, baiano de Iguaí, há 22 anos na Organização. “Foi uma oportunidade de vivenciar, na prática, a sinergia entre as diversas vertentes de atuação da Odebrecht. O aprofundamento e a disseminação de conhecimento na convivência com os integrantes de outras áreas foram o ponto alto”, afirma.</p>
<p>Hoje integrante da Odebrecht Venezuela, Arlecio fala com conhecimento de causa. Chegou à Organização em 1991 para trabalhar com Jó Antunes, Responsável por Pessoas e Organização, na Odebrecht em Salvador. Esteve no Projeto Sauípe e, em 2000, passou a responder pelo Programa de Seguros de Pessoas/Brasil. Nove anos depois, estava na Santo Antônio Energia. Há dois, assumiu a área de seguros do Líder Empresarial Venezuela.</p>
<p>Os mais jovens também concluem o MBA bastante motivados. Caso de Milena Beltrami Tudisco, <em>trainee</em> em 2007 e hoje responsável pela equipe de Marketing Estratégico e Desenvolvimento de Novos Negócios da área de Químicos Renováveis na Braskem. “O curso teve papel fundamental ao apresentar a Organização em sua real dimensão. É impactante sair da perspectiva de uma empresa para a visão do grupo como um todo”, argumenta. “Esse tipo de vivência permite aos profissionais identificar e capturar as oportunidades de sinergia, desde a colaboração para entendimento do mercado até a construção de novos negócios”, ela acrescenta.</p>
<p>Os bons resultados do primeiro MBA Odebrecht levaram à reedição do programa, prevista para iniciar em agosto, com 40 alunos e que, assim como a primeira edição, terá dois anos de duração. “Seguiremos o modelo adotado no primeiro curso, com possíveis readequações”, adianta Antonio Rezende, Gerente de Planejamento e Organização de Pessoas na Odebrecht e coordenador do próximo MBA.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A prospecção do conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 20:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Braskem S. A.]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5299" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/04/05/a-prospeccao-do-conhecimento/rev-2_bru_0599/"><img class="alignnone size-full wp-image-5299" title="REV 2_BRU_0599" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/04/REV-2_BRU_0599.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span style="color: #999999;">Pedro Freitas: &#8220;Os líderes das empresas da Organização precisam de uma visão prospectiva dos rumos do setor de óleo e gás a curto e longo prazos, para, assim, traçar estratégias de atuação&#8221;</span></h6>
<p>Discutir as tendências de mercado para desenvolver uma visão sobre o futuro dos preços de petróleo e gás natural. Esse é o objetivo do Comitê do Petróleo, parceria da Odebrecht Óleo e Gás com a Braskem, a Odebrecht Agroindustrial e a Odebrecht S.A. “Os líderes das empresas da Organização precisam de uma visão prospectiva dos rumos do setor de óleo e gás a curto e longo prazos, para, assim, traçar estratégias de atuação”, explica Pedro Freitas, Responsável por Planejamento Estratégico da Braskem. “O compartilhamento de informações e análises sobre a economia atual e os movimentos das empresas do setor permite uma tomada de decisões com mais segurança”, acrescenta.</p>
<p>As discussões ocorrem sempre na sede da Odebrecht, em São Paulo, e contam com a participação de representantes de quase todas as empresas da Organização no Brasil e no exterior. Em junho, um seminário com especialistas das indústrias de óleo e gás discutirá as perspectivas de mercado sobre esses combustíveis nos próximos anos. A novidade em 2013 é que as projeções serão revistas mensalmente – e não trimestralmente, como vinha ocorrendo.</p>
<p>“Uma das vantagens de proporcionar uma ampla discussão sobre o mercado do petróleo é possibilitar um debate sinérgico entre as empresas. Somos capazes de reunir pessoas com conhecimento sobre diferentes derivados do petróleo e suas variáveis de preço”, ressalta Roberto Ramos, Líder Empresarial da Odebrecht Óleo e Gás. “Possivelmente, nenhuma outra organização no Brasil e poucas no mundo podem reunir pessoas que entendem tão profundamente de um mesmo tema”, salienta.</p>
<p>O comitê nasceu em 2005, depois de uma conversa entre o próprio Roberto Ramos – que, na ocasião, atuava na Braskem – e Paulo Boscoli, Gerente de Investimentos e Estratégia da Odebrecht Óleo e Gás. Ambos comentavam sobre a dificuldade de projetar o preço do petróleo com maior precisão e fazer um estudo de longo prazo das cotações. Da provocação de Roberto Ramos durante a conversa, surgiu a semente do que seria o Comitê do Petróleo.</p>
<p>“A Braskem tinha a necessidade de projetar o preço da nafta, a Odebrecht Agroindustrial, por sua vez, o preço da gasolina e do etanol. Sempre foi essencial para as empresas projetar, com consistência, os preços das matérias-primas derivadas do petróleo“, destaca Roberto Ramos. Para chegar a essas projeções, o comitê troca um grande volume de informações, por meio do compartilhamento de artigos, livros e outras publicações e da realização de seminários.</p>
<p>O Comitê do Petróleo é formado por todos os líderes da Organização que possuem relação com o tema e por suas respectivas equipes. Ao cooperarem nas discussões do comitê multidisciplinar, os integrantes passam a entender melhor o mercado em que atuam, fazendo com que esse conhecimento flua entre as empresas. “Com a criação do comitê, as projeções têm sido mais assertivas do que de outras fontes do mercado”, enfatiza Paulo Boscoli.</p>
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		<title>Festejar a própria história</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odebrecht Angola]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Vias de Luanda]]></category>

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<h6><a rel="attachment wp-att-5273" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/03/28/festejar-a-propria-historia/rev_datas-angola/"><img class="alignnone size-full wp-image-5273" title="REV_datas - angola" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/03/REV_datas-angola.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Concursos culturais, atividades esportivas e ações de ocupação do espaço urbano marcam festejos do povo angolano</strong></span></h6>
<p>Painéis temáticos sobre a história da criação do Dia Internacional da Mulher, mapas ilustrativos das condições de vida das mulheres no mundo e cartazes de diversos países e períodos: assim foi realizada em março uma exposição em Angola que faz parte do calendário de ações sociais promovidas pelo Governo Provincial e pela Odebrecht através do Projeto Vias de Luanda.  Aberta ao público, a mostra ficou exposta no Largo das Heroínas, na capital angolana.</p>
<p>Paralelamente, educadores sociais do Vias de Luanda recepcionaram, durante a exposição, estudantes da Escola 6021 e do Lar Kuzola. Não é a primeira vez que datas importantes para a História dos angolanos ganham destaque e foram associadas às realizações do presente. Em 2012, em comemoração ao Dia da Independência, 11 de novembro, foi organizado um passeio ciclístico que reuniu centenas de pessoas nas avenidas revitalizadas da capital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Independência e paz</strong></p>
<p>Independência combina com preservação. Essa é a ideia que paira nas comemorações do 11 de novembro. Nessa data, em 1975, Angola deixou de ser colônia portuguesa e se tornou um país independente. “Foi uma forma de celebrar a data, conscientizando a população dos esforços feitos para garantir a cidadania”, diz Virgínia Machado da Silva, líder do Programa Social e Relações Comunitárias do Projeto Vias de Luanda.</p>
<p>Além da festa da independência, a Odebrecht promove ações pelas ruas de Luanda em duas outras datas cívicas: o Dia da Paz, que lembra a assinatura dos acordos de paz que marcaram o fim dos confrontos armados no país, em 4 de abril de 2002, e o 17 de setembro, Dia do Herói Nacional, comemoração do aniversário de Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola.</p>
<p>Segundo Eduardo Badin, Diretor de Contrato do Projeto Vias de Luanda, o objetivo é estimular a população a se apropriar de áreas revitalizadas e preservá-las. “Há uma demanda de manutenção das intervenções urbanas, mas não basta fazer uma obra e a sua manutenção do ponto de vista técnico. É preciso estimular os moradores a se apropriar das áreas revitalizadas e assim, naturalmente, também se sentirem responsáveis por sua preservação”.</p>
<p>Uma exposição montada na Praça da Independência, entre setembro e novembro de 2012, deu ao público a oportunidade de conhecer melhor a vida de Agostinho Neto. Parte das comemorações do Dia do Herói, a exposição recebeu um fluxo intenso de visitantes até seus últimos dias. Em paralelo à mostra, foram realizadas debates sobre a luta de libertação em escolas da capital.</p>
<p>O grande evento comemorativo do 17 de setembro foi o Concurso Cultural Agostinho Neto, que premiou trabalhos artísticos de estudantes que homenageiam o herói. Em 2012, seis escolas participaram. “Apresentações de teatro, jogral, recital de poesias&#8230; As manifestações são as mais diversas e por isso o evento cresce a cada ano”, afirma Virgínia, acrescentando que, além dos alunos, a escola também recebe um prêmio.</p>
<p>Em 2011, a Odebrecht ofereceu como prêmio à escola vencedora a construção de uma quadra poliesportiva. Em 2012, a biblioteca da escola vencedora recebeu uma doação de livros. O evento teve participação da viúva de Agostinho Neto, Maria Eugénia Neto. Participam do júri do concurso integrantes da Fundação Agostinho Neto, da União dos Escritores Angolanos (UEA) e do Governo da Província de Luanda.</p>
<p>Professor universitário e membro da UEA, o escritor Abreu Paxi foi um dos jurados. Ele acredita que o concurso foi um importante difusor de conhecimento e um instrumento de revalorização do povo angolano. “Essa iniciativa ajudou o jovem a abordar a história recente do país e a compreender o presente. O efeito pode não ser imediato e tão facilmente perceptível, mas esse esforço ajuda a alicerçar o desenvolvimento futuro da nação”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dez minutos que podem valer uma vida</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 00:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odebrecht Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Angola]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Fernandes: &#8220;Campanhas assim serão uma constante em nossas obras e estradas&#8221; “É preciso uma nova atitude no trânsito”. Foi isso o que veio à...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5247" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/03/22/dez-minutos-que-podem-valer-uma-vida/img_8224/"><img class="alignnone size-full wp-image-5247" title="IMG_8224" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/03/IMG_8224.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Marcus Fernandes: &#8220;Campanhas assim serão uma constante em nossas obras e estradas&#8221;</strong></span></p>
<p>“É preciso uma nova atitude no trânsito”. Foi isso o que veio à mente de Marcus Felipe de Aragão Fernandes enquanto dirigia seu carro com o rádio ligado em outubro do ano passado. Marcus era Diretor de Contrato da construção da estrada que liga as cidades de Benguela e Baía Farta, em Angola, entregue em 2012. Ouvia um programa de notícias quando surgiu a informação de que em 10 meses haviam ocorrido 3,9 mil mortes no trânsito no país. “Fiquei assustado. Eram mais de 300 mortes por mês, uma calamidade”.</p>
<p>De imediato, Marcus articulou uma campanha de conscientização para a população da região, que havia acabado de receber uma estrada nova e moderna de 21 km (incluindo uma ponte), a Benguela-Baía Farta, rota turística angolana. Articulada com a polícia de Benguela, a campanha foi às ruas em um sábado de dezembro de 2012. Em uma <em>blitz</em>, os condutores de veículos eram parados e recebiam folhetos e adesivos autocolantes com mensagens da campanha. A operação foi batizada de Stop para a Vida.</p>
<p>As mensagens também foram reproduzidas em <em>outdoors</em>, que estão espalhados (em frente e verso) por tempo indeterminado por toda a extensão da estrada. O conteúdo é chocante, porque tem que chamar a atenção de todos. Em um dos <em>outdoors</em>, lê-se: “Uma viagem 10 minutos mais rápida pode custar a culpa por uma vida toda”. Ao lado, a foto de um pai e um espaço pontilhado onde deveriam estar duas crianças. Em outro, que mostra um rapaz em uma cadeira de rodas, está a seguinte mensagem: “Não abuse do acelerador. A vida pode te travar”. Ao longo da via também foram “exibidos” alguns veículos destroçados por acidentes de trânsito.</p>
<p>Na hora do Stop para a Vida, o motorista e sua família eram conscientizados sobre a importância de usar cinto de segurança e o triângulo e de não dirigir após a ingestão de bebidas alcoólicas. “As imagens são fortes. Só dessa maneira a população para, reflete e pensa sobre a vida”, explica Fernandes. “A estrada é toda sinalizada, o que dá mais segurança. Ao mesmo tempo, como o asfalto é de ótima qualidade, o motorista tende a acelerar. Dirigir mais devagar dá mais segurança”, acrescenta.</p>
<p>O Stop para a Vida, concluído em dezembro, contou com a participação de autoridades locais, como os Administradores Municipais Leonardo Mulhongo, de Benguela, e Maria João, de Baía Farta. A polícia deu total apoio. “Costumamos dizer que o melhor é perder 10 minutos em uma operação como esta do que a vida no mesmo espaço de tempo”, comentou, durante uma das <em>blitze</em>, o Comandante da Polícia e Delegado Provincial do Interior, Antônio Maria Sitta, em declaração ao jornal angolano <em>A Capital</em>.</p>
<p>Apenas na Província de Benguela, o balanço oficial dava conta de 468 mortos e 1.715 feridos em 1.724 acidentes nos 10 primeiros meses de 2012. Os “prejuízos materiais” ficaram na casa dos 320 milhões de Kwanzas (cerca de US$ 320 mil). A campanha Stop para a Vida também contou com o apoio do Instituto de Estradas de Angola (INEA), que pretende usar o exemplo em outras províncias angolanas.</p>
<p>“Apenas plantamos uma semente”, salienta Marcus Fernandes. “Não pretendemos parar. Campanhas assim serão uma constante em nossas obras e estradas”, assegura.</p>
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		<title>Parada estratégica</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Mar 2013 15:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Braskem S. A.]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>
		<category><![CDATA[sinergia]]></category>

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		<description><![CDATA[A frequência de paradas para manutenção varia de acordo com as características das unidades, como tempo de funcionamento e tipo de trabalho que realizam Parar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5213" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/03/17/parada-estrategica/rev_paulinia28/"><img class="alignnone size-full wp-image-5213" title="REV_PAULINIA28" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/03/REV_PAULINIA28.jpg" alt="" width="560" height="372" /></a><span style="color: #999999;"><strong>A frequência de paradas para manutenção varia de acordo com as características das unidades, como tempo de funcionamento e tipo de trabalho que realizam</strong></span></h6>
<p>Parar nem sempre significa interromper. É o que acontece quando a Braskem desativa momentaneamente suas instalações de produção para que seja feita sua manutenção. Nessas paradas, muito além de buscar-se o atendimento das demandas da legislação, são realizadas atividades de natureza preventiva em tubulações, instrumentos de automação e controle, torres, compressores, turbinas e subestações – apenas para citar alguns exemplos. A média anual de investimento nessas empreitadas, na Braskem, é de R$ 300 a R$ 400 milhões.</p>
<p>Cada parada de planta petroquímica pode envolver até 6 mil pessoas em um período de 30 dias, divididas em dois turnos de trabalho. A frequência de paradas para manutenção varia de acordo com as características das unidades (como tempo de funcionamento e tipo de trabalho que realizam, entre outras).</p>
<p>Na Unidade de Petroquímicos Básicos (Unib), cuja atuação ocorre nos polos de Camaçari (BA), Triunfo (RS), Mauá(SP) e Duque de Caxias (RJ), é realizada, em média, uma parada por ano. A Unidade de Poliolefinas (Unpol), com plantas em Camaçari, Mauá, Santo André, Cubatão e Paulínia (SP), Triunfo e Duque de Caxias efetua, no total, 13 paradas por ano. Na Unidade de Vinílicos (Unvin), em Camaçari, Maceió e Marechal Deodoro (AL), a média é de duas por ano.</p>
<p>A parada mais recente ocorreu em dezembro de 2012,  na planta PE-2, em Camaçari. Todas as tubulações do sistema de <em>flare</em> (onde é feita a despressurização para queima de gases residuais) foram substituídas. A sinergia das equipes de planejamento e produção foi decisiva para a redução do tempo de trabalho, de 21 para 13 dias.</p>
<p>As próximas paradas para manutenção previstas na Braskem serão realizadas na Unib (plantas de Olefinas 01 e Aromáticos), em Camaçari, no segundo semestre de 2013; e na Unvin (Cloro-Soda e PVC), em Maceió e Marechal Deodoro, e em plantas da Unpol, no primeiro e segundo semestres deste ano.</p>
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<p><strong>Trabalhos iniciam dois anos antes</strong></p>
<p>Antônio Queiroz, Responsável por Saúde, Segurança, Meio Ambiente (SSMA) e Excelência Industrial na Braskem, explica que, para definir as estratégias a serem colocadas em prática durante as paradas, as equipes de manutenção, operação, SSMA, projeto e processo iniciam seus trabalhos com dois anos de antecedência. Tudo isso para que sejam alcançados os resultados pactuados de qualidade, prazo e custo e para que a programação do evento ocorra de maneira integrada e sinérgica.</p>
<p>Segundo Davi Roberto Ohweiler, Responsável pelo Núcleo de Paradas e Sinergias em Manutenção da Unidade de Petroquímicos Básicos, a organização prévia é o elemento chave para assegurar a eficácia do trabalho coletivo. “É preciso pensar e oferecer as melhores condições em todas as frentes: alimentação, transporte, alojamentos, sanitários, instalações provisórias, canteiro de parada. O grande desafio é cuprir rigorosamente o planejado. Para isso, buscamos contar com a participação de pessoas de diferentes áreas, com conhecimento e experiência, para que as decisões sejam tomadas com assertividade e velocidade”, afirma.</p>
<p>Alex Rodrigues, Líder da Área de Manutenção de Polietileno (PE-BA), ressalta a importância da aplicação dos ensinamentos da Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) como parte indissociável do planejamento e da execução das paradas de manutenção. “Se focarmos em quem está certo ao invés do que é certo, o sucesso fica comprometido. E se os participantes da parada não se sentirem ‘donos do negócio’, não conseguimos chegar ao propósito final”.</p>
<p>Para a realização das paradas, a Braskem e a Odebrecht Engenharia Industrial firmaram um contrato de aliança, que possibilita uma gestão compartilhada, na qual o estímulo ao crescimento conjunto e igualitário é praticado através de tomadas de decisão sinérgicas, de acordo as demandas.</p>
<p>Luiz Ubirajara, Diretor de Contrato da Odebrecht, enfatiza que a confiança, a transparência e a necessidade de alcançar o mesmo objetivo são os pilares que sustentam esse modelo contratual. “Nas paradas para manutenção, há um esforço coletivo, em que colaboradores da Braskem e da Odebrecht definem juntos qual o melhor caminho para conseguir eficácia durante os trabalhos. Costumo dizer que o planejamento é a bússola das paradas de manutenção. Ele é crucial e depende, para ser cumprido à risca, de um trabalho feito em fina sintonia e completa coesão. Um trabalho sinérgico”, resume Luiz.</p>
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		<title>A restauração do verde</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 16:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mcolivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundação Odebrecht]]></category>
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		<description><![CDATA[Jeovan Nascimento, um dos beneficiados pelo programa: remuneração do PSA e reflorestamento nas áreas de nascente “Sinto-me orgulhoso de participar de um projeto que atua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6><a rel="attachment wp-att-5182" href="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/2013/03/01/a-restauracao-do-verde/rev-2_jeovan-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-5182" title="REV 2_Jeovan 2" src="http://www.odebrechtonline.com.br/exclusivoonline/files/2013/03/REV-2_Jeovan-2.jpg" alt="" width="560" height="373" /></a><span style="color: #999999;"><strong>Jeovan Nascimento, um dos beneficiados pelo programa: remuneração do PSA e reflorestamento nas áreas de nascente</strong></span></h6>
<p>“Sinto-me orgulhoso de participar de um projeto que atua no reflorestamento e na regularização ambiental e que contribuirá para o desenvolvimento local. Desejamos isso: um paradigma pautado na sustentabilidade, poder transformar a realidade do agricultor familiar”. O depoimento é de Volney Fernandes, Coordenador Integrador da Organização de Conservação da Terra (OCT).  A OCT é uma das instituições apoiadas pela Fundação Odebrecht por meio do Programa de Desenvolvimento e Crescimento Integrado com Sustentabilidade do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDCIS).</p>
<p>Sua declaração reflete uma recente conquista da OCT. Após ter firmado importantesparcerias a partir de ações ambientais focadas no desenvolvimento sustentável, realizadas na Área de Proteção Ambiental do Pratigi, na Bahia, a instituição formalizou em fevereiro a obtenção do apoio da Agência Nacional de Águas (ANA), ligada ao Ministério do Meio Ambiente. O apoio refere-se ao projeto-piloto Pagamentos Por Serviços Ambientais da Água (PSA-Água), cujo objetivo é conservar e recuperar nascentes na APA do<ins datetime="2013-02-27T10:17" cite="mailto:Carlene%20Fontoura"> </ins>Pratigi, localizada na região do Baixo Sul.</p>
<p>O PSA funciona da seguinte forma: agricultores do Baixo Sul que aceitam não mais desmatar as áreas de florestas de suas propriedades recebem da OCT uma remuneração pela conservação dessa área. Esta, em contrapartida, se compromete em manter, conservar e restaurar as áreas cedidas, entre as quais estão nascentes, leitos de rios e remanescentes de mata. Com o apoio da ANA, torna-se viável, do ponto de vista legal, restabelecer os ecossistemas das áreas atingidas.</p>
<p>“Nosso diálogo com a ANA vem acontecendo desde setembro de 2012, quando uma equipe da agência participou de um <em>workshop</em> promovido por nós e conheceu o projeto PSA-Água”, explica Volney. “Foi perceptível como nossa iniciativa dialogava com o Programa Produtor de Água, desenvolvido pela ANA”, acrescenta. O Programa Produtor de Águas orienta e certifica projetos brasileiros voltados à redução da erosão e do assoreamento de mananciais nas zonas rurais.</p>
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<p><strong>Sinergia e pioneirismo </strong></p>
<p>O PSA-Água é a primeira iniciativa da região Nordeste a ter o incentivo da ANA. “O projeto está em conformidade com os parâmetros estabelecidos pela agência. Existe uma sinergia clara entre o trabalho realizado pela OCT e o que nós desenvolvemos”, avalia Devanir Garcia, Gerente de Uso Sustentável de Água e do Solo da ANA.</p>
<p>Segundo Bruno Matta, líder de Conservação Ambiental da OCT, a parceria gerará outros benefícios, como o abastecimento de água potável, a coleta e o tratamento do esgoto e a limpeza pública das comunidades beneficiadas.  “Entendo que a relação com a ANA contribuirá para a construção de uma governança na Bahia e para a estruturação do marco legal para programas de serviços ambientais no Estado”, observa.</p>
<p>Valdete do Nascimento, moradora do assentamento Mata do Sossego, em Igrapiúna, é uma das beneficiárias. Por ter participado do projeto, já foi remunerada pelos 16,7 hectares de sua propriedade e está contribuindo para o reflorestamento local. “Estou cuidando de duas nascentes que tenho aqui, pois elas correm o risco de secar”, diz. Jeovan Nascimento também participa do programa. Ele está restaurando uma nascente em seu terreno, localizado na comunidade Juliana, no município de Piraí do Norte, e tem boas expectativas sobre o resultado. “Meus filhos e netos precisam saber o que é uma floresta”.</p>
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