nº 115 - novembro/dezembro de 2004
                       Inglês | Espanhol
 Publicação interna da Organização Odebrecht – Odebrecht S.A, Construtora Norberto Odebrecht, Braskem e Fundação Odebrecht
 HOME
 NESTA EDIÇÃO
 REPORTAGENS
 Energia
 Petroquímica I
 Petroquímica II
 Petroquímica III
 Emirados Árabes
 Plantas Industriais
 Transportes I
 Transportes II
 Transportes III
 Venezuela
 Infra-Estrutura
 Saúde
 Cidadania
 Ação Social
 SEÇÕES
 Editorial
 60 Dias
 60 Anos
 Mensagem do Conselho
 Comunidade
 Expediente

Apoio essencial
Odebrecht coloca à disposição de seus integrantes cinco
tipos de planos de saúde, oferecidos por duas operadoras

Como usar o plano de saúde
   
   
Karolina Gutiez ◦ texto
Holanda Cavalcanti e Eduardo Moody ◦ fotos

A OCS – Odebrecht Administradora e Corretora de Seguros, quando definiu que os planos de saúde oferecidos pela Organização a seus integrantes e dependentes seguiriam a modalidade seguro, levou em conta um dos princípios da Política de Saúde da Odebrecht: a de que cada indivíduo é responsável pela promoção e prevenção de sua própria saúde. A assistência médica representa, portanto, um complemento para a manutenção da qualidade de vida de cada um.

Os integrantes da Organização e seus dependentes contam com os serviços das operadoras Bradesco e Sul América, que oferecem cinco tipos de planos de saúde com as mesmas coberturas. A assistência é a mesma, mas o integrante escolhe o que mais atende a suas necessidades, como valor do reembolso de consultas, rede de atendimento e acomodação.

Hoje, estima-se que 38 milhões de brasileiros utilizam os serviços de saúde privados, que recebem por ano R$ 34 bilhões de investimentos. “O benefício da assistência médica que a Odebrecht oferece possibilita aos usuários o acesso aos melhores laboratórios e hospitais e às melhores clínicas disponíveis no Brasil”, avalia Eduardo Bulgarelli, Responsável por Planejamento e Informações na Braskem.

Os custos com assistência à saúde, entretanto, vêm aumentando aceleradamente por causa do envelhecimento da população e da redução do número de pessoas ativas e contribuintes, o que aumenta a procura pelos serviços e reduz a captação de recursos. Os avanços das ciências médicas também provocam o aumento dos preços, pois disponibilizam novas tecnologias e tratamentos, que nem sempre dispensam as terapias utilizadas anteriormente. Como os sistemas de saúde são focados na cura de doenças e não na prevenção, os gastos aumentam ainda mais.

Diante desse cenário, a modalidade seguro, adotada pela OCS, permite aos usuários e à Organização definir antecipadamente o valor mensal de sua participação por um período determinado. Na modalidade seguro, a empresa contratante transfere o risco às operadoras. O investimento anual da Odebrecht nos planos de saúde é de mais de R$ 19,5 milhões e é igual para todos os integrantes, facilitando o seu acesso e de seus dependentes. A Odebrecht coloca ainda à disposição dos usuários um plano de saúde específico para seus filhos solteiros acima de 24 anos, pais, sogros e irmãos solteiros, a fim de que tenham acesso a serviços de saúde de qualidade pela metade dos preços de mercado.

Em 2000, a Odebrecht adotou, como instrumento para estimular um uso mais criterioso dos serviços médicos, a co-participação dos integrantes em consultas e exames, eventos considerados de menor risco (aqueles que ocorrem com muita freqüência, mas têm baixa gravidade, ao contrário das internações e cirurgias, que têm menor freqüência, mas gravidade elevada). Os usuários contribuem com uma porcentagem do valor desses serviços, mas não participam do pagamento de internações e cirurgias. Cícero Xavier dos Santos, Responsável por Administração de Pessoas no contrato Linha 4 (Amarela) do Metrô de São Paulo, acredita que a família também deve se conscientizar do uso responsável da assistência. “A co-participação é uma ferramenta importante para que os integrantes e dependentes saibam como utilizar corretamente o seu plano.”

Patrícia Alves de Souza, Gerente de Conta de Cloro-soda da Braskem, destaca a cobertura do plano, que atende ao seu perfil de vendedora. “Eu viajo no mínimo três vezes por semana, pelo interior de São Paulo ou para outros estados do Brasil. Mesmo na capital paulista, passo muitas horas por dia no trânsito, sujeita a situações que põem em risco minha saúde. Por isso, meu plano tem de disponibilizar opções em diversos lugares.”

Atenta a esse tipo de necessidade, a Organização Internacional do Trabalho, como informa Oswaldo Cortez, Responsável por Administração de Pessoal na Construtora Norberto Odebrecht, coloca a assistência médica no grupo dos chamados “benefícios portáveis”, que, ao lado do seguro de vida e do plano de previdência privada, possibilitam às pessoas utilizá-lo em qualquer lugar em que estejam. “Todos têm a ver com a sobrevivência do ser humano. Pela minha experiência na área, destaco a assistência médica como um dos benefícios mais importantes.”

Bettina Skelton, Responsável por Seguros na OCS, ressalta que as apólices passam mensalmente por uma avaliação criteriosa que inclui os indicadores de utilização e os fatores que causam impactos relevantes. “Tudo isso para garantir a viabilidade dos planos, com qualidade dos serviços e manutenção de preços competitivos.” Bettina salienta ainda a necessidade da utilização responsável por parte dos usuários para alcançar esses objetivos. “O mutualismo é o princípio da modalidade seguro: todos pagam para alguns utilizarem. O uso excessivo, a duplicação de exames sem necessidade, a adoção de novas tecnologias por curiosidade e a falta de conhecimento sobre os procedimentos corretos têm um impacto negativo em nossos resultados e se refletem diretamente nos preços dos planos.”

Para conhecer a lei que regulamenta as operadoras dos planos médico-hospitalares, visite o site da Agência Nacional de Saúde: www.ans.gov.br

© Copyright Odebrecht S.A.
Inglês Espanhol