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Prazer em conhecer
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Prêmio Braskem Cultura e Arte apresenta ao
país oito profissionais da música, das artes
plásticas, da literatura e do cinema
A palavra de quem já participou |
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Flávia Azevedo ◦ texto
Christian Cravo ◦ foto |
O Prêmio Braskem Cultura e Arte, conceitualmente focado na produção cultural inédita nas áreas de música, literatura, cinema e artes plásticas, completa 10 anos em 2005, lançando um novo grupo de músicos, artistas plásticos, escritores e cineastas selecionados em sua mais recente edição. São oito artistas, nascidos ou residentes na Bahia, que terão sua carreira inaugurada com a gravação de dois CDs, a montagem de duas exposições, a publicação de três livros e a produção de um curta-metragem. A expectativa de todos eles é que seus trabalhos conquistem repercussão nacional. Sabem que é essa a tradição do prêmio.
As duas exposições são Série Nômades, de Andres Rubio, e O Artista e o Ouro, de Álvaro Machado. Jurandir Santana e Luciano Bahia lançarão os CDs Só Brasil e Luciano Salvador Bahia. Léo Araújo Martins rodará seu curta-metragem E Aí, irmão? E os três livros que chegarão às livrarias, com a participação da Fundação Casa de Jorge Amado, são Padecimentos Completos, de Victor Pablo Jacobina Mesquita da Silveira, As Casas onde Eu Morei, de Vanessa Buffone, e Canção Inglesa, de Normalice dos Santos Souza.
José Cerqueira, Gerente de Relações Institucionais da Braskem na Bahia, destaca que a credibilidade do projeto se deve à sua transparência e ao nível de exigência das comissões julgadoras, formadas por especialistas de renome no ambiente cultural de Salvador. As edições do Prêmio Braskem Cultura e Arte são lançadas entre e março e abril. Os interessados ficam sabendo, através da mídia espontânea e de campanha publicitária, onde e como podem se inscrever. Assim que esse prazo é vencido, as comissões julgadoras específicas para cada área começam a trabalhar.
Os eventos de lançamento das obras movimentam a cena cultural de Salvador. São aguardados com expectativa e bastante concorridos. Cada artista apresenta seu trabalho para 500 convidados, entre personalidades reconhecidas em cada área do prêmio, críticos, estudiosos, formadores de opinião e profissionais da imprensa. Foi numa festa assim que Mariene de Castro lançou o seu CD Abre Caminho. Com 13 anos de carreira, a cantora conquistou o Prêmio Braskem Cultura e Arte 2004 e, em uma noite memorável no Gantois (terreiro de Candomblé dos mais tradicionais de Salvador), sua voz ganhou a oportunidade de ecoar mais longe. Abre Caminho acaba de ser premiado na categoria Melhor Disco Regional no Prêmio Tim de Música 2005, um dos mais importantes do país.
A artista plástica Sara Victória é outra premiada que ganhou fôlego extra em sua carreira. Vencedora em 2003, a artista expôs na galeria Paulo Darzé, conceituado espaço em Salvador, seu trabalho Vô Imbolá. Desde então, coleciona êxitos: entre as várias exposições que tem feito, acaba de ocupar o Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro, com Como é Isso?, seu mais recente trabalho.
Outro exemplo é Jean Willys. Antes mesmo de se tornar conhecido nacionalmente através de um programa de TV, o professor, jornalista e escritor publicou seu livro Aflitos, em 2001, através do Prêmio Braskem. Em apenas quatro meses, 1.500 exemplares foram vendidos. Aflitos acaba de ser reeditado pela Editora Globo.
“O apoio às manifestações culturais é uma das vertentes do Programa de Responsabilidade Social da Braskem”, salienta José Cerqueira. “É apenas um exemplo de como a empresa vem ratificando seu compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente, estimulando, valorizando e reconhecendo suas vocações e tradições culturais.”
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