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Caro leitor,
O nanômetro, unidade de medida da nanotecnologia, corresponde à bilionésima parte de 1 metro. É 50 mil vezes mais fino do que um fio de cabelo. Um vírus possui de 100 a 200 nanômetros. São números difíceis de conceber. A capacidade de trabalhar nessa escala permite a manipulação do átomo, o que torna possível buscar novas propriedades de matérias já conhecidas, transformando-as em algo novo. A nanotecnologia poderá alterar as características de produtos já existentes e provocar revoluções na medicina, na eletrônica, na indústria automobilística e em outros setores. O mundo gastará US$ 1 trilhão em pesquisa e desenvolvimento de nanotecnologia nos próximos 10 anos.
O plástico se destaca como um produto que oferece grande capacidade para novos usos a partir da nanotecnologia. A Braskem, atenta aos desenvolvimentos tecnológicos em âmbito mundial, firmou parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul para estudar os nanocompósitos preparados a partir de resinas poliolefínicas. A empresa, que tem o objetivo de figurar entre as 10 maiores companhias petroquímicas do mundo até 2010 (hoje é a 17ª), aposta na nanotecnologia como um dos caminhos para a realização de seu intento.
Seus investimentos nessa área são estratégicos para o Brasil. Com eles, não ganha apenas a Braskem, que assegura o sucesso de seus produtos, ganha também o país, fortalecido pela atuação de uma companhia que o coloca em dia com o que há de mais avançado, eficaz e necessário no mundo da tecnologia.
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