Edição nº136

Editorial



Caro Leitor,
Inaugurada em abril, a Unidade Paulínia vai tornar possível à Braskem aumentar sua produção de polipropileno em 350 mil toneladas anuais. É uma conquista de especial significado não apenas para a empresa, mas também para toda a cadeia produtiva do plástico. A entrada em funcionamento dessa nova fábrica da Braskem, tema da reportagem de capa desta edição de Odebrecht Informa, é resultado de mais um investimento da Odebrecht no setor produtivo da economia. E um exemplo da prática de um dos princípios mais arraigados de sua filosofia empresarial: o reinvestimento de resultados.

No Brasil e nos outros países em que atua, a Odebrecht tem buscado, com intensidade crescente, contribuir para o fortalecimento da infra-estrutura dessas nações. Em Portugal, por exemplo, isso é feito há exatos 20 anos, desde que adquiriu a tradicional Bento Pedroso Construções (BPC). As duas décadas da BPC como empresa da Organização, também destacadas em reportagem nesta edição, são fruto, de uma forte comunhão de crenças e valores, marca principal de um relacionamento que já ajudou a proporcionar a Portugal mais de 500 km de concessões rodoviárias e obras como a Ponte Vasco da Gama, a segunda travessia sobre o Rio Tejo em Lisboa.

No negócio Açúcar e Álcool, a Odebrecht realiza seus mais expressivos investimentos: serão mais de US$ 5 bilhões em 11 usinas nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Todas elas estarão operando até 2012 e prontas para produzir etanol a partir de cana-de-açúcar, açúcar e gerar energia. Os planos e ações da ETH Bioenergia nesse setor também são assunto desta edição de Odebrecht Informa.

Além dos investimentos próprios, a Odebrecht participa de projetos produtivos de seus clientes. Na Argentina, a parceria que já rendeu frutos como a Usina Hidrelétrica de Pichi Pincún Leufú (PPL), na Patagônia, prossegue agora com a execução de um grande projeto de instalação de dutovias para transporte de gás – o combustível mais utilizado pelos argentinos –, que abrange praticamente todo o território nacional, de norte a sul. Trata-se de obras fundamentais para afastar o risco de falta de energia.

De volta ao Brasil, a construção da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, no Porto de Suape, em Pernambuco, e do complexo hidrelétrico Anta/Simplício, para Furnas Centrais Elétricas, na divisa de Minas Gerais e Rio de Janeiro, são outras contribuições da Odebrecht que permitirão o atendimento das necessidades de milhões de pessoas. São, sobretudo, demonstrações da crença inabalável da Organização na importância de investir na produção como caminho único para o crescimento real e duradouro.

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