Edição nº 139
Editorial

Caro leitor,
Nos mais diferentes pontos do planeta, em contextos políticos, sociais, econômicos e religiosos distintos, as pessoas vão para as praças esportivas torcer, jogar, apreciar, celebrar a vida. Quanto maior o evento, mais mobilização, mais sentimento de pertencer a um grupo e a uma nação – a paixão pelo esporte refletindo a paixão pelo país. Foi assim em 2007, no Rio de Janeiro, por exemplo, quando da realização dos Jogos Pan-Americanos, e por certo assim também será em 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo de futebol.
A Odebrecht, com sua experiência na construção de instalações esportivas, contribuiu de maneira decisiva para que o Rio de Janeiro concretizasse o sonho de sediar os Jogos Pan-Americanos ao construir o Estádio Olímpico João Havelange e reformar o Complexo do Maracanã. Em 2008, a empresa deu prosseguimento à sua atuação nesse setor e entregou à Universidade Internacional da Flórida seu novo estádio de futebol americano, com capacidade para 18 mil espectadores e já preparado para uma ampliação que o deixará em condições de receber 45 mil pessoas. Foi a realização de um sonho para a maior universidade pública do sul da Flórida e um motivo a mais de orgulho e motivação para seus alunos.
Orgulho é o que também sentem os moradores de Iquitos, a maior cidade da Amazônia peruana. Um amplo projeto de abastecimento de água potável está tornando mais fáceis as condições de trabalho e evitando problemas de saúde no município. Algo semelhante ocorre nas cidades fluminenses de Nova Iguaçu, Macaé e Rio das Ostras, que passam por obras de reurbanização responsáveis pela introdução de soluções de infra-estrutura que, entre outros benefícios, colocarão um fim a enchentes e alagamentos que há muito tempo atormentam comunidades desses municípios. Já no litoral sul de São Paulo, a instalação de um emissário submarino recordista sul-americano em extensão, feito de polietileno, significará um ponto final à poluição de praias da região.
Para os integrantes da Odebrecht, participar de realizações como essas, que proporcionam às pessoas mais qualidade de vida, mais orgulho do lugar onde vivem, trabalham e estudam, causa satisfação e dá a certeza de que seu espírito de servir surtiu os efeitos esperados. O desenvolvimento desse espírito é uma das bases da Tecnologia Empresarial Odebrecht – TEO, cujo primeiro documento de referência completa 40 anos em 2008. É o livro De Que Necessitamos?, escrito pelo fundador Norberto Odebrecht em 1968. Em homenagem à data, Marcelo Odebrecht, Vice-Presidente da Odebrecht S.A., escreve um artigo nesta edição em que reitera: “Cabe a nós internalizarmos a TEO e praticá-la em todos os âmbitos, porque, assim, podemos assegurar a Sobrevivência, o Crescimento e a Perpetuidade da Organização Odebrecht”.