Aprofundamento do conhecimento e da prática da TEO no país provoca mudanças no cotidiano das pessoas – dentro e fora do ambiente de trabalho
Participantes da primeira edição do Programa de Introdução à Cultura Odebrecht nos Estados Unidos, reunidos em Miami
Texto: Leticia Novis Villasboas | Fotos: Denise Cruz
A Odebrecht está nos Estados Unidos há 20 anos. Com o Programa de Introdução à Cultura, que teve sua primeira edição no país (e em língua inglesa) iniciada no dia 7 de maio, em Miami, a Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) passa a chegar aos integrantes norte-americanos também com uma produtiva ênfase no estudo e no debate dos princípios que caracterizam a Organização desde sua criação.
Celia Sherwood, Sam Ballan e Gregory Hal Newman, jovens integrantes da Odebrecht nos Estados Unidos, estão entre as 45 pessoas que compõem a turma da primeira edição do programa, que se estenderá até 2 de agosto. Para Celia, Sam e Gregory, essa está sendo uma oportunidade para o aprofundamento de percepções e de conhecimentos sobre a TEO e também para descobertas sobre a vida profissional e pessoal.
No programa, Sam, engenheiro que atua nas obras da linha que conectará o Aeroporto de Miami ao sistema metroviário da cidade, constatou que a TEO sempre permeou as relações dentro de sua equipe. “O aprendizado da Cultura Odebrecht é ativo e invariavelmente dependente do esforço do ‘aluno’”, diz ele, que ingressou na Odebrecht há 15 anos. “A TEO é uma ferramenta para crescimento dentro da Organização. Você não é um empregado, você é um parceiro. O que temos aqui não é apenas mais um emprego, é a sua empresa, o seu projeto”, acrescenta.
Gregory, engenheiro que entrou na Odebrecht há dois anos e que trabalha atualmente nas obras das estações de bombeamento na Paróquia de Jefferson, na região metropolitana de Nova Orleans, afirma: “A TEO é uma filosofia de trabalho e de vida diferente de tudo o que já experimentei em outras empresas”. Ele salienta que seu contato com a TEO serviu para ampliar horizontes e para determinar novos padrões de análise em relação às empresas de uma forma geral.
“A TEO é uma filosofia de trabalho e de vida diferente de tudo o que já experimentei”Gregory Hal Newman
Ao participar do programa, Celia, há 14 anos na Odebrecht e hoje integrante da equipe de Administração e Finanças da empresa, compreendeu que foi através do estímulo de seu líder que ela passou a acreditar que seu limite pode sempre ser superado em um “constante ciclo de recomeço e superação”.
Para os integrantes da Odebrecht nos Estados Unidos, a vivência da TEO vem se refletindo em mudanças na atitude profissional e pessoal. Celia se lembra bem de quando, pouco tempo depois de ingressar na Odebrecht, ouviu de seu líder quais eram as expectativas dele em relação a seu desempenho. Celia pensou: “Meu Deus, será que ele realmente vai querer que eu faça tudo isso?” Mais tarde, entendeu que as expectativas dele estavam repletas de “Delegação Planejada” e “Confiança”. Celia levou os ensinamentos para dentro de casa e decidiu terminar seus estudos a fim de servir de exemplo para seus filhos, em uma, segundo ela, demonstração dos conceitos de “Liderança” e “Pedagogia da Presença”. Atualmente, busca engajar os filhos em projetos de voluntariado na tentativa de incentivá-los a praticar o “Espírito de Servir” em sua família.
Galeria de Fotos
Participantes da primeira edição do Programa de Introdução à Cultura Odebrecht nos Estados Unidos, reunidos em Miami
Gilberto Neves (ao microfone), Diretor-Superintendente da Odebrecht no país, com Renato Baiardi, membro do Conselho de Administração da Odebrecht S.A.
Jairo Flor, Responsável por Administração e Finanças da Odebrecht nos Estados Unidos, fazendo sua exposição aos integrantes da turma do programa: relação líder-liderado em destaque