Jeff, Chris e Hal, jovens engenheiros norte-americanos, levaram a TEO para dentro de suas vidas
Texto: Renata Pinheiro
A experiência de viver a Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO) depende de seu entendimento, sua aceitação e sua prática cotidiana. Dos Estados Unidos, vem o exemplo de três jovens que estão fazendo da TEO a filosofia de trabalho e de vida.
Jeff Willis, 24 anos, é integrante da equipe que executa as estações de bombeamento que fazem parte do sistema de diques que protege Nova Orleans das enchentes. Ele ingressou na Odebrecht há quase três anos. Seu primeiro contato com a TEO o deixou um pouco desconfiado. Ao ouvir que teria de assumir total responsabilidade pelo seu programa, pensou que se tratava apenas de uma maneira de atraí-lo para a empresa, pois estava acabando de se formar engenheiro mecânico pela Universidade de Tulane, em Nova Orleans. Rapidamente, sua ideia sobre delegação planejada e responsabilidade mudou. Logo no seu primeiro dia, recebeu um conjunto de plantas de projeto, a informação de que teria apoio constante e que seria responsável por tudo o que dizia respeito à área mecânica da obra.
Na primeira reunião de coordenação, Jeff sentiu o peso da delegação, quando teve de responder às perguntas sobre o assunto e debater algumas questões. Ele conta que hoje entende a importância da delegação para sua formação. “Quando as coisas são feitas corretamente, a confiança se constrói, e mais responsabilidades nos são dadas.” Ele relembra que, ao se sentir responsável por uma tarefa, teve de se esforçar ao máximo para aprender, perguntar e desempenhar. Jeff acredita que, para crescer, é preciso assumir total responsabilidade pelo trabalho.
Com história similar a de Jeff, Christopher Conerly, 26 anos, engenheiro com graduação em gerenciamento de construção, acredita que a confiança nas pessoas é fator decisivo para o crescimento profissional. Quando entrou na empresa, também recém-formado (pela Universidade do Estado da Louisiana), integrava a equipe de qualidade da obra de construção e ampliação dos diques do lago Cataouache, em Nova Orleans. Rapidamente foi percebendo que seus líderes confiavam nele para executar o trabalho. Chris conta que sentiu isso na pele quando soube que uma das suas responsabilidades era a comunicação direta com o cliente, o Army Corps of Engineers, com quem estaria em contato frequente para tratar de assuntos relacionados à qualidade da obra. Ficou surpreso. Chris conta que essa foi, para ele, uma das primeiras provas de que a Odebrecht era diferente e que realmente o que ele havia lido nos livros da TEO era uma prática no dia a dia.
“Meu líder gastava horas explicando o porquê das coisas, como deveríamos gerenciar os custos, as estratégias. Esse tipo de interação não tem preço.”Hal Newman
“A comunicação com o cliente é algo extremamente importante, e terem confiado em mim para essa tarefa me ajudou a perceber que a confiança era a base do meu relacionamento com os meus líderes.”
Para Greg Newman, 26 anos, mais conhecido por seus colegas como Hal, o conceito da Educação pelo Trabalho, sobre o qual ele ouviu falar quando ainda estava na Universidade do Estado da Louisiana, fez surgir, de imediato, seu interesse pela Odebrecht. Hal conta que sua primeira obra, o dique do lago Chalmette (hoje participa da construção de uma parede de contenção de 5,4 km de extensão), foi um enorme aprendizado. Seu envolvimento direto com os programas financeiro e de gerenciamento de uma obra real lhe trouxe conhecimentos a partir dos quais passou a estar em condições de enfrentar e superar desafios crescentes.
“Meu líder gastava horas explicando o porquê das coisas, como deveríamos gerenciar os custos, as estratégias. Esse tipo de interação não tem preço.” Segundo Hal, engenheiro graduado em gerenciamento de construção, um dos aspectos cruciais para o seu crescimento tem sido o aprendizado contínuo, e não há melhor local para se preparar do que em um canteiro. “A obra foi uma escola pra mim, me educou, e me ajudou a aprender sobre os vários aspectos de um contrato.” Hal acredita que o desenvolvimento das pessoas é um investimento de longo prazo. “O que todo mundo quer é responsabilidade para crescer. Eu estou dando o meu melhor.”