Negócios

ENGENHARIA & CONSTRUÇÃO

Fundada em 1944, a Construtora Norberto Odebrecht S.A. é a empresa líder da Organização Odebrecht no negócio Engenharia e Construção.

A capacidade de gerir projetos de alta complexidade, buscar e estruturar alternativas inovadoras de financiamento e garantias e relacionar-se com clientes, governos e comunidades tem feito com que a Construtora Norberto Odebrecht seja chamada a participar de empreendimentos cada vez mais complexos nos 19 países em que está presente e a buscar novos mercados.

Onde atua, oferece contribuição diferenciada, com transferência de tecnologia e apoio ao desenvolvimento social, priorizando a formação e a contratação de trabalhadores locais e a utilização de serviços e produtos que possam ser fornecidos por empresas das regiões em que são efetuadas suas obras.

São exemplos dessas práticas: na América do Sul, a participação em projetos de infra-estrutura voltados para a integração do continente e, em Angola, a realização de um relevante conjunto de obras públicas e de investimentos em paralelo a ações sociais baseadas na educação, cujo propósito é oferecer ao país um benefício permanente.

Entre outros reconhecimentos, a Construtora Norberto Odebrecht foi considerada a Melhor Empresa Brasileira do setor pela revista norte-americana Global Finance, e incluída, pelo serviço de notícias Business News Americas, em seu Hall of Fame, como a maior construtora da América Latina nos últimos dez anos. No Brasil, foi eleita, pela revista Carta Capital e o jornal DCI, a Empresa de Construção Pesada Mais Admirada, e pela revista Exame, a Maior Empresa do Setor de Construção. Recebeu, da Petrobras, a melhor avaliação de desempenho entre os fornecedores de bens e serviços de engenharia da empresa.

Jim Boldman, Tommy Valentine e Manny Juiz no hall de entrada do Carnival Center, em Miami

O mais moderno centro de espetáculos dos Estados Unidos

Os norte-americanos Manny Juiz, Tommy Valentine e Jim Boldman participaram como supervisores das obras de construção do Carnival Center for the Performing Arts, em Miami, concluído pela Odebrecht, em consórcio com a norte-americana Haskell e a canadense Ellis Don, em agosto de 2006.

Juiz, Valentine e Boldman coordenaram equipes de mais de 600 pessoas, de dezenas de nacionalidades, distribuídas por diferentes frentes de trabalho, que fizeram das duas casas de espetáculos do Carnival Center (o Knight Concert Hall, com 2.200 lugares, para concertos e shows musicais, e o Ziff Ballet Opera House, com 2.400 lugares, para teatro, dança e as grandes montagens da Broadway) as mais modernas dos Estados Unidos.

Embora tivessem enfrentado seis furacões durante o período de construção (2002 a 2006), não foram as grandes forças da Natureza o maior desafio da obra, e sim o acabamento artístico das peças projetadas pelos arquitetos e por artistas convidados. O teto do Ziff Ballet Opera House levou um ano para ser pintado, tal a riqueza de nuances e sutilezas envolvidas. "A qualidade dos detalhes é o que faz a diferença do Carnival Center", revela Tommy Valentine.

Omar Terán e Nelson Rondón; ao fundo, a Ponte Orinoquia

Ponte entre a engenharia brasileira e a venezuelana

Foi a maior obra de infra-estrutura da América Latina durante sua execução: uma travessia rodoferroviária com 3.156 metros de extensão, dois canais de navegação e um sistema viário associado, com 166 km. Decisiva para a integração econômica e social do país, a Ponte Orinoquia, construída sobre o Rio Orinoco, em Ciudad Guayana, na Venezuela, é resultado de cinco anos de trabalho, durante os quais as equipes da Odebrecht conceberam e implementaram um complexo sistema de logística, aplicaram a mais avançada tecnologia disponível e conviveram com a inconstância de um dos rios mais caudalosos do mundo.

Por meio de consultores, especialistas e técnicos, que trabalharam em conjunto com profissionais locais, a Odebrecht transferiu tecnologia para o país. A execução da Ponte Orinoquia gerou um valioso legado de conhecimento para a engenharia venezuelana. Omar Terán, Presidente da Câmara de Construção do Estado Bolívar, revela: "Esta é uma obra para se mostrar ao mundo. E nós, agora, sabemos como fazê-la". Nelson Rondón, Presidente do Colégio de Engenheiros da Venezuela - Seção Ciudad Guayana, é categórico: "A engenharia venezuelana ficou melhor depois desta obra".



>MAPA: Engenharia & Construção: Destaques 2006 no Brasil
>MAPA: Engenharia & Construção: Destaques 2006 em outros países



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